sexta-feira, 4 de junho de 2010

Professor de Taiwan cria fórmula matemática para diminuir fila

Cálculo ajuda a minimizar tempo de espera e a melhorar qualidade no atendimento

A ciência parece ter encontrado um jeito de resolver o problema de quem perde muito tempo na fila, algo que deixa muita gente irritada.

Um professor de Taiwan desenvolveu uma fórmula que pode agilizar a fila em restaurantes e em vários tipos de estabelecimentos que costumam criar longas filas de espera.

Pen-Yuan Liao, professor de gestão de negócios da Universidade Nacional de Miaoli, em Taiwan, resolveu encontrar um jeito de fazer pequenas diminuições no tempo de espera que resultem em uma melhor qualidade no serviço e em mais vendas.

- A perda de dinheiro criada por sistemas ineficientes de fila são difíceis de estimar, mas é uma forma eficiente e criativa para calcular os custos em função da espera.

Liao desenvolveu uma fórmula científica chamada de “índice de frustração”, cujo símbolo é a letra grega teta. O índice é resultado entre o comprimento estimado da fila e a taxa média de chegada em um determinado intervalo de tempo.

Ao multiplicar o índice, o comprimento da fila e a média de chegada o resultado é o número de clientes frustrados que irão deixar seu lugar na fila em um determinado intervalo de tempo.

Segundo Liao, a fórmula permite ao gerente de um estabelecimento determinar o número ideal de funcionários para atender a fila, diminuindo o custo total.

Ele testou com sucesso a fórmula ao aconselhar um gerente de lanchonete quantos funcionários tinham de servir a qualquer momento, dependendo do índice.

Professor de Taiwan cria fórmula matemática para diminuir fila

Cálculo ajuda a minimizar tempo de espera e a melhorar qualidade no atendimento

A ciência parece ter encontrado um jeito de resolver o problema de quem perde muito tempo na fila, algo que deixa muita gente irritada.

Um professor de Taiwan desenvolveu uma fórmula que pode agilizar a fila em restaurantes e em vários tipos de estabelecimentos que costumam criar longas filas de espera.

Pen-Yuan Liao, professor de gestão de negócios da Universidade Nacional de Miaoli, em Taiwan, resolveu encontrar um jeito de fazer pequenas diminuições no tempo de espera que resultem em uma melhor qualidade no serviço e em mais vendas.

- A perda de dinheiro criada por sistemas ineficientes de fila são difíceis de estimar, mas é uma forma eficiente e criativa para calcular os custos em função da espera.

Liao desenvolveu uma fórmula científica chamada de “índice de frustração”, cujo símbolo é a letra grega teta. O índice é resultado entre o comprimento estimado da fila e a taxa média de chegada em um determinado intervalo de tempo.

Ao multiplicar o índice, o comprimento da fila e a média de chegada o resultado é o número de clientes frustrados que irão deixar seu lugar na fila em um determinado intervalo de tempo.

Segundo Liao, a fórmula permite ao gerente de um estabelecimento determinar o número ideal de funcionários para atender a fila, diminuindo o custo total.

Ele testou com sucesso a fórmula ao aconselhar um gerente de lanchonete quantos funcionários tinham de servir a qualquer momento, dependendo do índice.

Audi lança software do A1 para mostrar detalhes do compacto

Tecnologia de Realidade Aumentada permite interação em 3D com modelo.

Novo compacto começou a ser fabricado em maio e será lançado este mês.


Poucos dias antes do lançamento mundial do A1, a Audi lança um software que permite analisar o compacto em 3D antes de sua estreia nas lojas. Usando tecnologia de Realidade Aumentada, o aplicativo, que está disponível no site da Audi, permite aos interessados interagir com o modelo por meio de um código especial e de uso da webcam.


De acordo com a fabricante, a tecnologia vai proporcionar aos clientes uma sensação "real" do A1. A produção do modelo teve início em Bruxelas, na Bélgica, no começo de maio. A marca alemã pretende fabricar 50 mil unidades do compacto até o final de 2010. Os modelos já podem ser encomendados na Europa por preços que variam entre £ 13,200 e £ 18,300, o equivalente a R$ 35.316 e R$ 48.961 (sem taxas de importação e impostos brasileiros).

Audi lança software do A1 para mostrar detalhes do compacto

Tecnologia de Realidade Aumentada permite interação em 3D com modelo.

Novo compacto começou a ser fabricado em maio e será lançado este mês.


Poucos dias antes do lançamento mundial do A1, a Audi lança um software que permite analisar o compacto em 3D antes de sua estreia nas lojas. Usando tecnologia de Realidade Aumentada, o aplicativo, que está disponível no site da Audi, permite aos interessados interagir com o modelo por meio de um código especial e de uso da webcam.


De acordo com a fabricante, a tecnologia vai proporcionar aos clientes uma sensação "real" do A1. A produção do modelo teve início em Bruxelas, na Bélgica, no começo de maio. A marca alemã pretende fabricar 50 mil unidades do compacto até o final de 2010. Os modelos já podem ser encomendados na Europa por preços que variam entre £ 13,200 e £ 18,300, o equivalente a R$ 35.316 e R$ 48.961 (sem taxas de importação e impostos brasileiros).

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Franceses apresentam 'primeiro navio vertical do mundo'


Um arquiteto francês apresentou publicamente o protótipo do que deve ser o primeiro navio vertical do mundo e que deve possibilitar ao homem uma nova maneira de explorar o fundo do mar.

acques Rougerie, de 64 anos, diz que sua invenção, uma estação oceanográfica batizada de SeaOrbiter, será realidade "em um futuro próximo".

Ele afirma já ter metade dos 35 milhões de euros necessários para a construção da estrutura, que, ao contrário das atuais estações submarinas, será móvel e poderá navegar pelos oceanos.

"Atualmente, os oceanógrafos só podem mergulhar por curtos períodos de tempo e depois têm de ser trazidos para a superfície. É como se fossem levados para a Amazônia e depois tirados de lá em um espaço de uma hora", comparou. "O SeaOrbiter vai oferecer uma presença móvel permanente com uma janela para tudo o que está abaixo da superfície do mar."

Plataformas

Segundo o projeto de Rougerie, a estação terá 51 metros de altura e contará com uma parte submersa e outra para fora da água.

Equipamentos de navegação e comunicação ficarão acima da superfície, juntamente com uma plataforma de observação.

Os cientistas viverão debaixo d'água e haverá uma plataforma pressurizada de onde mergulhadores poderão partir em missão.

O projeto conta ainda com a consultoria de Jean-Loup Chrétien, o primeiro astronauta da França, que está envolvido no design da estação.

O sistema anti-colisão da estrutura é baseado no que é atualmente utilizado na Estação Espacial Internacional.

Rougerie, que dirige um carro-anfíbio, vive e trabalha em um barco e já passou 70 dias em uma expedição submarina, disse que as chances de o SeaOrbiter ser realmente construído "são de 90%".

Um grande estaleiro francês já assinou sua participação no projeto, que também ganhou o apoio do presidente francês, Nicolas Sarkozy.

Por: BBC Brasil

Franceses apresentam 'primeiro navio vertical do mundo'


Um arquiteto francês apresentou publicamente o protótipo do que deve ser o primeiro navio vertical do mundo e que deve possibilitar ao homem uma nova maneira de explorar o fundo do mar.

acques Rougerie, de 64 anos, diz que sua invenção, uma estação oceanográfica batizada de SeaOrbiter, será realidade "em um futuro próximo".

Ele afirma já ter metade dos 35 milhões de euros necessários para a construção da estrutura, que, ao contrário das atuais estações submarinas, será móvel e poderá navegar pelos oceanos.

"Atualmente, os oceanógrafos só podem mergulhar por curtos períodos de tempo e depois têm de ser trazidos para a superfície. É como se fossem levados para a Amazônia e depois tirados de lá em um espaço de uma hora", comparou. "O SeaOrbiter vai oferecer uma presença móvel permanente com uma janela para tudo o que está abaixo da superfície do mar."

Plataformas

Segundo o projeto de Rougerie, a estação terá 51 metros de altura e contará com uma parte submersa e outra para fora da água.

Equipamentos de navegação e comunicação ficarão acima da superfície, juntamente com uma plataforma de observação.

Os cientistas viverão debaixo d'água e haverá uma plataforma pressurizada de onde mergulhadores poderão partir em missão.

O projeto conta ainda com a consultoria de Jean-Loup Chrétien, o primeiro astronauta da França, que está envolvido no design da estação.

O sistema anti-colisão da estrutura é baseado no que é atualmente utilizado na Estação Espacial Internacional.

Rougerie, que dirige um carro-anfíbio, vive e trabalha em um barco e já passou 70 dias em uma expedição submarina, disse que as chances de o SeaOrbiter ser realmente construído "são de 90%".

Um grande estaleiro francês já assinou sua participação no projeto, que também ganhou o apoio do presidente francês, Nicolas Sarkozy.

Por: BBC Brasil

terça-feira, 25 de maio de 2010

Em feira em SP, carro dá partida após reconhecer rosto de motorista















Veículos também ganham sistema de leitura das impressões digitais.
Evento de segurança mostra novidades tecnológicas na área.

Até a próxima quinta-feira (27), São Paulo recebe a 13ª edição da Exposec, Feira Internacional de Segurança. A feira apresenta tecnologias voltadas para segurança em diversos segmentos, entre eles o setor automotivo. Os destaques desta edição são os sistemas de biometria facial, que reconhece o rosto do motorista, e o StartFinger, que dá a partida pela impressão digital do dono do veículo.

O sistema de biometria facial, da empresa Ex-Sight, funciona a partir do cadastro de um rosto, que libera o acesso quando reconhecido. O cadastramento facial pode ser feito por uma foto e usado em diversas situações como para dar partida no carro ou caminhão, e, assim, evitar roubos. “A ideia é não deixar o crime acontecer”, afirma o diretor comercial da empresa Arnaldo Maciel Jr.

A tecnologia também serve para dar acesso seguro a estádios, escolas e empresas, e para fazer um histórico de todos os usuários que entraram, ou tentaram entrar.

Outra novidade que ajuda na segurança dos carros é o StartFinger, sistema que dá a partida no veículo com uma impressão digital cadastrada. De acordo com Aloísio Delfim, do departamento comercial da Finger Tech, o sistema memoriza até 50 usuários, com digitais de três dedos de cada um. A impressão de um desses dedos é reservada para casos de emergência, como um assalto, por exemplo. Se o usuário der partida com o dedo de emergência, o carro só vai andar por 10 minutos, depois o sistema de alimentação é cortado e o veículo para.

Para utilização pelo manobrista, há a possibilidade de liberar o sistema para uso livre.

A feira traz ainda um carrinho da Ecocubs parecido com o patinete Segway, para utilização em rondas internas de shoppings e empresas. O veículo individual chega este ano com a variação de quatro rodas e de fabricação brasileira, sendo, assim, mais barato. Cada patinete será vendido por cerca de R$ 6 mil. O Segway, importado dos EUA, custa em média R$ 20 mil no Brasil. De acordo com Luciano Caruso, gerente de marketing da Graber Segurança, a versão nacional barateia o custo das empresas.

A Exposec ocorre no Centro de Exposições Imigrantes (Rodovia dos Imigrantes Km 1,5), até quinta-feira (27) das 13h às 20h, com entrada gratuita.