Mostrando postagens com marcador Ducati. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ducati. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de abril de 2011

Ducati lança edição especial da Monster 796 Replica MotoGP

Grafismo faz alusão a Desmosedici GP11 do Team Ducati 2011

Redação Motociclismo/ Marcio Chizzolini

Ducati

Marcada para amanhã na Italia, na Piazza Maggiore o Ducati MotoGP Night, uma grande festa promovida pela marca, onde estarão presentes os pilotos Valentino Rossi e Niky Hayden, e suas novas Desmosedici GP11, motos que utilizarão nesta temporada. No mesmo evento será apresentada a edição especial da Monster 796 GP Replica, com pintura semelhante das motos utilizadas pelos dois pilotos nesta temporada. São duas versões, a 46 de Vale e a 69 de Niky.


Mecanicamente a moto é a mesma, apenas o grafismo é diferenciado. Suas vendas estão previstas para se iniciarem na segunda metade de abril. Será apresentada também a nova linha de acessórios casual da marca. Alem das motos, haverá shows musicais com diversos artistas locais. Os organizadores prevêem um publico de aproximadamente 15 000 pessoas, pois os ‘tifosi Ducatistas’ (torcedores da marca)são apaixonados pela Ducati (como se fosse um time de futebol, ou como ocorre com a Scuderia Ferrari). Vale lembrar que lá é inverno e esta nevando muito.

Ducati lança edição especial da Monster 796 Replica MotoGP

Grafismo faz alusão a Desmosedici GP11 do Team Ducati 2011

Redação Motociclismo/ Marcio Chizzolini

Ducati

Marcada para amanhã na Italia, na Piazza Maggiore o Ducati MotoGP Night, uma grande festa promovida pela marca, onde estarão presentes os pilotos Valentino Rossi e Niky Hayden, e suas novas Desmosedici GP11, motos que utilizarão nesta temporada. No mesmo evento será apresentada a edição especial da Monster 796 GP Replica, com pintura semelhante das motos utilizadas pelos dois pilotos nesta temporada. São duas versões, a 46 de Vale e a 69 de Niky.


Mecanicamente a moto é a mesma, apenas o grafismo é diferenciado. Suas vendas estão previstas para se iniciarem na segunda metade de abril. Será apresentada também a nova linha de acessórios casual da marca. Alem das motos, haverá shows musicais com diversos artistas locais. Os organizadores prevêem um publico de aproximadamente 15 000 pessoas, pois os ‘tifosi Ducatistas’ (torcedores da marca)são apaixonados pela Ducati (como se fosse um time de futebol, ou como ocorre com a Scuderia Ferrari). Vale lembrar que lá é inverno e esta nevando muito.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Aceleramos a Ducati 1198 SP

Esportiva italiana de 170 cv se comporta como moto do Mundial de SBK

Motociclismo / Gabriel Berardi e Sergio Romero

Ducati 1198 SP

Ducati 1198 SP

Depois de muitos anos, as iniciais “SP”, que apareceram pela primeira vez na 851, no início dos anos 1990, estão novamente presentes na carenagem de uma Ducati. Fazendo alusão a “Sport Production”, as motos que ostentam essa sigla nada mais são que motos de produção em série, só que com algumas mudanças que as deixam prontas para participar de competições em pista.

Ducati 1198 SP


A 1198 SP possui a mesma base da versão S (atual top de linha que deixará de ser comercializada em 2011), mas com equipamentos exclusivos que a deixam muito mais competitiva quando o assunto são as pistas de corrida.

Ducati 1198 SP

A SP traz de série vários equipamentos que objetivam conseguir um melhor desempenho e, ao mesmo tempo, uma economia de peso. O tanque de combustível, por exemplo, é o mesmo fabricado em alumínio utilizado até então pela versão S Corse, que possui paredes de 2 mm, 2,5 litros a mais de capacidade e que pesa 1,6 kg a menos que o da 1198 básica. A SP também incorpora um amortecedor traseiro Öhlins TTX, embreagem com recurso de antibloqueio e um novo sistema de câmbio semiautomático — chamado pela marca de DQS (Ducati Quick Shift) — que permite trocar de marcha sem aliviar o acelerador.

Ducati 1198 SP

Os demais equipamentos e partes estruturais são, basicamente, os que já conhecemos das demais Ducati 1198, ou seja, o tradicional e supereficiente chassi multitubular de aço, o motor bicilíndrico em V a 90º de quase 1 200 cm³ e que gera insanos 170 cv, controle de tração (DTC) e sistema de telemetria (DDA), um equipamento utilíssimo quando utilizamos a moto nos autódromos. Para auxiliar todo esse refinamento mecânico e a eletrônica de ponta, encontramos suspensões com bengalas Öhlins na dianteira e freios Brembo com pinças monobloco.

Ducati 1198 SP

Ação! Basta colocar os dois enormes cilindros para funcionar que a sensação é essa. É como se o rugido que sai pelo escape com dupla saída pela rabeta implorasse...ação, já! De fato, esta moto foi desenvolvida para render o máximo em um circuito utilizando toda a tecnologia que a marca desenvolve nas competições mundo afora.

Ducati 1198 SP

A posição de pilotagem é radical — ainda que, pela disposição do motor, a 1198 seja um pouco mais longa e espaçosa que as superbikes japonesas — e, por isso, ao entramos na pista, o nosso cérebro já está com o chip de corridas ativado. As primeiras aceleradas já nos dão uma boa noção a respeito do potencial do bicilíndrico, contudo, é quando enrolamos o cabo até o final que sentimos uma imediata necessidade de segurar com ainda mais força o guidão...enquanto a roda dianteira começa a sair do chão. O controle de tração não evita as empinadas quando ajustado no nível três, assim, podemos utilizar o câmbio semiautomático para subir uma marcha sem aliviar a aceleração para que a frente aterrisse.

Ducati 1198 SP

O tato do câmbio é um pouco mais brusco que em outras superbikes mas, apesar disso, com o sistema quick shifter é sempre um prazer usar a alavanca do pé esquerdo. As suspensões são de elevadíssima qualidade e isso é notado em cada movimento que realizamos nas pistas, ambiente no qual o conjunto Öhlins mostrou-se incrivelmente progressivo e capaz de manter de maneira impecável as rodas sempre em contato com o asfalto. Com um motor cheio de vigor e uma ciclística que transmite muita confiança, é quase impossível não exagerar no acelerador em algum momento, contudo, não se preocupe, porque quando isso acontece o DTC mantém as coisas no lugar.

Ducati 1198 SP

De fato, é muito excitante quando confiamos no sistema, já que podemos abrir o acelerador com a moto muito deitada e a traseira escorrega apenas o necessário. Os freios, excelentes, arrematam um conjunto feito sob medida para as pistas. Infelizmente, ainda não há nenhuma informação sobre a chegada desse modelo ao Brasil.

Ficha técnica:
Motor: Bicilíndrico em V a 90º, 4T, comando de válvulas desmodrômico, 8 válvulas, arrefecimento líquido, injeção eletrônica, embreagem multidisco em óleo, 6 marchas, transmissão por corrente.
Cilindrada: 1 198 cm³
Pot. máx. declarada: 170 cv a 9 750 rpm
Torque máx. declarado: 13,3 kgfm a 8 000 rpm
Diâmetro x curso: 106 x 67,9 mm
Taxa compressão: 12,7:1
Quadro: Multitubular de aço
Cáster: 24,3º
Suspensão dianteira: Bengala Öhlins de 43 mm
Suspensão traseira: Monoamortecedor Öhlins TTX
Curso diant. / traseiro: 120 mm / 127 mm
Regulagens: 3 vias / 3 vias e altura
Freio dianteiro / traseiro: 2 discos Brembo de 330 mm / 1 disco de 245 mm
Pinça dianteira / traseira: 4 pistões radiais / 2 pistões
Pneu / roda dianteiro: 120/70-17" / 3,5"
Comprimento: 2 080 mm
Entre-eixos: 1430 mm
Altura do banco: 820 mm
Peso a seco: 168 kg

Aceleramos a Ducati 1198 SP

Esportiva italiana de 170 cv se comporta como moto do Mundial de SBK

Motociclismo / Gabriel Berardi e Sergio Romero

Ducati 1198 SP

Ducati 1198 SP

Depois de muitos anos, as iniciais “SP”, que apareceram pela primeira vez na 851, no início dos anos 1990, estão novamente presentes na carenagem de uma Ducati. Fazendo alusão a “Sport Production”, as motos que ostentam essa sigla nada mais são que motos de produção em série, só que com algumas mudanças que as deixam prontas para participar de competições em pista.

Ducati 1198 SP


A 1198 SP possui a mesma base da versão S (atual top de linha que deixará de ser comercializada em 2011), mas com equipamentos exclusivos que a deixam muito mais competitiva quando o assunto são as pistas de corrida.

Ducati 1198 SP

A SP traz de série vários equipamentos que objetivam conseguir um melhor desempenho e, ao mesmo tempo, uma economia de peso. O tanque de combustível, por exemplo, é o mesmo fabricado em alumínio utilizado até então pela versão S Corse, que possui paredes de 2 mm, 2,5 litros a mais de capacidade e que pesa 1,6 kg a menos que o da 1198 básica. A SP também incorpora um amortecedor traseiro Öhlins TTX, embreagem com recurso de antibloqueio e um novo sistema de câmbio semiautomático — chamado pela marca de DQS (Ducati Quick Shift) — que permite trocar de marcha sem aliviar o acelerador.

Ducati 1198 SP

Os demais equipamentos e partes estruturais são, basicamente, os que já conhecemos das demais Ducati 1198, ou seja, o tradicional e supereficiente chassi multitubular de aço, o motor bicilíndrico em V a 90º de quase 1 200 cm³ e que gera insanos 170 cv, controle de tração (DTC) e sistema de telemetria (DDA), um equipamento utilíssimo quando utilizamos a moto nos autódromos. Para auxiliar todo esse refinamento mecânico e a eletrônica de ponta, encontramos suspensões com bengalas Öhlins na dianteira e freios Brembo com pinças monobloco.

Ducati 1198 SP

Ação! Basta colocar os dois enormes cilindros para funcionar que a sensação é essa. É como se o rugido que sai pelo escape com dupla saída pela rabeta implorasse...ação, já! De fato, esta moto foi desenvolvida para render o máximo em um circuito utilizando toda a tecnologia que a marca desenvolve nas competições mundo afora.

Ducati 1198 SP

A posição de pilotagem é radical — ainda que, pela disposição do motor, a 1198 seja um pouco mais longa e espaçosa que as superbikes japonesas — e, por isso, ao entramos na pista, o nosso cérebro já está com o chip de corridas ativado. As primeiras aceleradas já nos dão uma boa noção a respeito do potencial do bicilíndrico, contudo, é quando enrolamos o cabo até o final que sentimos uma imediata necessidade de segurar com ainda mais força o guidão...enquanto a roda dianteira começa a sair do chão. O controle de tração não evita as empinadas quando ajustado no nível três, assim, podemos utilizar o câmbio semiautomático para subir uma marcha sem aliviar a aceleração para que a frente aterrisse.

Ducati 1198 SP

O tato do câmbio é um pouco mais brusco que em outras superbikes mas, apesar disso, com o sistema quick shifter é sempre um prazer usar a alavanca do pé esquerdo. As suspensões são de elevadíssima qualidade e isso é notado em cada movimento que realizamos nas pistas, ambiente no qual o conjunto Öhlins mostrou-se incrivelmente progressivo e capaz de manter de maneira impecável as rodas sempre em contato com o asfalto. Com um motor cheio de vigor e uma ciclística que transmite muita confiança, é quase impossível não exagerar no acelerador em algum momento, contudo, não se preocupe, porque quando isso acontece o DTC mantém as coisas no lugar.

Ducati 1198 SP

De fato, é muito excitante quando confiamos no sistema, já que podemos abrir o acelerador com a moto muito deitada e a traseira escorrega apenas o necessário. Os freios, excelentes, arrematam um conjunto feito sob medida para as pistas. Infelizmente, ainda não há nenhuma informação sobre a chegada desse modelo ao Brasil.

Ficha técnica:
Motor: Bicilíndrico em V a 90º, 4T, comando de válvulas desmodrômico, 8 válvulas, arrefecimento líquido, injeção eletrônica, embreagem multidisco em óleo, 6 marchas, transmissão por corrente.
Cilindrada: 1 198 cm³
Pot. máx. declarada: 170 cv a 9 750 rpm
Torque máx. declarado: 13,3 kgfm a 8 000 rpm
Diâmetro x curso: 106 x 67,9 mm
Taxa compressão: 12,7:1
Quadro: Multitubular de aço
Cáster: 24,3º
Suspensão dianteira: Bengala Öhlins de 43 mm
Suspensão traseira: Monoamortecedor Öhlins TTX
Curso diant. / traseiro: 120 mm / 127 mm
Regulagens: 3 vias / 3 vias e altura
Freio dianteiro / traseiro: 2 discos Brembo de 330 mm / 1 disco de 245 mm
Pinça dianteira / traseira: 4 pistões radiais / 2 pistões
Pneu / roda dianteiro: 120/70-17" / 3,5"
Comprimento: 2 080 mm
Entre-eixos: 1430 mm
Altura do banco: 820 mm
Peso a seco: 168 kg

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Ducati abre nova fábrica na Tailândia

Para escapar da crise econômica mundial, Ducati abre primeira fábrica fora da Itália.

Redação Motociclismo / Marcio Chizzolini


MPIB

Fábrica da Ducati

Depois de décadas produzindo suas motos exclusivamente em solo italiano, a Ducati abre nova unidade fábril na Tailândia, seguindo o exemplo de outros fabricantes que procuram fugir da crise econômica mundial. Visando reduzir despesas com as importações para o mercado asiático, a Tailândia foi escolhida por estar em ponto estratégico para distribuição, pela oferta de mão de obra barata, mas que esta cada vez mais se especializando. As atividades começarão em poucos dias.

Ducati 1198 SP

Ducati 1198 SP

Quem não gostou nada disto, foram os funcionários da fábrica na Itália, e o governo local, com medo de que com o tempo, a unidade de Bolonha encerre suas atividades, ou simplesmente reduza o numero de funcionários. Gabriele Del Torchio, diretor da marca, procurou tranquilizar a todos informando que isto não ira ocorrer, pois a unidade Italiana é de extrema importância para o mercado Europeu.


Ducati abre nova fábrica na Tailândia

Para escapar da crise econômica mundial, Ducati abre primeira fábrica fora da Itália.

Redação Motociclismo / Marcio Chizzolini


MPIB

Fábrica da Ducati

Depois de décadas produzindo suas motos exclusivamente em solo italiano, a Ducati abre nova unidade fábril na Tailândia, seguindo o exemplo de outros fabricantes que procuram fugir da crise econômica mundial. Visando reduzir despesas com as importações para o mercado asiático, a Tailândia foi escolhida por estar em ponto estratégico para distribuição, pela oferta de mão de obra barata, mas que esta cada vez mais se especializando. As atividades começarão em poucos dias.

Ducati 1198 SP

Ducati 1198 SP

Quem não gostou nada disto, foram os funcionários da fábrica na Itália, e o governo local, com medo de que com o tempo, a unidade de Bolonha encerre suas atividades, ou simplesmente reduza o numero de funcionários. Gabriele Del Torchio, diretor da marca, procurou tranquilizar a todos informando que isto não ira ocorrer, pois a unidade Italiana é de extrema importância para o mercado Europeu.


quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Teste: Ducati Multistrada 1200

Tecnologicamente avançada, moto se mostra adequada para qualquer ocasião

por Carlo Valente do Infomotori/Itália - Fotos Infomotori/Itália
exclusivo para MotorDream


A apresentação da nova Ducati Multistrada 1200 aconteceu na ilha espanhola de Lanzarote, onde a motocicleta pôde mostrar sua evolução tanto na parte estética como no acréscimo de conteúdo. Do antigo modelo pode-se dizer que ficou apenas o nome. O que faz esta moto única é uma conjunção de fatores, quevão desde o motor Testastretta de 1.198 cc até o quadro. Toda a moto é projetada para responder às expectativas de seu proprietário. Também se destacam os aparatos de segurança, que incluem controle de tração e freios com ABS. Há ainda o sistema de aquecimento para o punho, muito útil na Europa, e um belíssimo display, que parece ter sido tirado de um ônibus espacial. Mas o ponto alto é a possibilidade de selecionar quatro diferentes modos de condução. Ao girar um botão o condutor pode escolher entre os modos urbano, turismo, sport e enduro. Nas categorias enduro e urbano a moto dispõe de "apenas" 100 cv. Mais do que suficiente para ultrapassagens seguras na cidade e para encarar estradas de terra. Os outros dois modos oferecem os 150 cv "completos". A verdadeira inovação está na parte elétrica, que fornece sua máxima expressão junto a suspensão Ohlins completamente regulável.



Primeiras Impressões Ilha de Lanzarote -

A primeira volta na nova Ducati Multistrada 1200 foi no modo urbano, o mais utilizado pelos cidadãos comuns. O primeiro "choque" veio logo ao se sentar na moto e não se encontrar a ignição para se colocar a chave. Ao se deslizar para cima o botão de "start" o bloqueio é desligado e um grande visor branco mostra diversas informações. Então é hora de apertar o botão que aparece sob a alavanca e a Multistrada está pronta para sair. Deve-se dizer que o sistema de ignição sem chave é muito futurista e impressionante. Mas é talvez a única inovação supérflua da moto, já que não satisfaz nenhuma necessidade prática. Afinal, nunca pareceu cansativo ter de inserir a chave. Além de que o sistema não permite engrenas a moto e empurrá-la para que ela pegue no tranco. Fora este ponto desnecessário, a moto move-se com perfeição em ambientes urbanos. O peso de 178 kg é adequado, e os ângulos permitem que o condutor dirija com tranquilidade. A suspensão neste modo urbano fica bem macia e absorve bem as imperfeições no asfalto. O controle de tração, por sua vez, auxilia que os 100 cv não façam a moto derrapar ou deslizar. O freio ABS é excelente, nunca muito invasivo. Destacam-se a comodidade e praticidade da moto no ambiente urbano, o que faz a lembrar uma maxiscooter. Já no modo turismo a suspensão endurece e o motor passa a oferecer 150 cv. Apesar da grande potência, o motorista não se sente desconfortável e a moto está sempre sob controle. As três primeiras marchas podem ser mudadas seguramente aos 2 mil giros. A suspensão não está em "plena força" e, junto com o assento largo, garantem conforto para o condutor. O modo sport é sinônimo de adrenalina. A moto tem os mesmos 150 cv da variante turismo. Mas sua aceleração é mais vigorosa e as respostas são mais rápidas. A roda dianteira ameaça sair do chão quando se age com força no acelerador. A moto chega rapidamente a velocidades dignas. Claro que isso também significa que alguns pontos ficam mais "ásperos". É o caso da suspensão, que fica rígida e deixa a motor "plantada" no chão, principalmente em curvas.



A variante enduro é a mais controversa, por conta de seu nome. Com a palavra "enduro" invariavelmente leva-se a imaginar em trilhas enlameadas, subidas íngrimes, entre outros. Mas certamente a Multistrada não tem características específicas para este segmento. Ela pode, sim, superar obstáculos difíceis, que outras motos talvez não encarassem. Os pneus Pirelli Scorpion Trail, de uso misto, são projetados para asfalto e terra. A suspensão macia é capaz de se sair bem em quase todas as rotas off-road. A Multistrada 1200S Touring é realmente fiel ao que ela promete: uma moto adequada para qualquer ocasião, capaz de trazer segurança e comodidade. O preço de 18.900 euros justifica o nível tecnológico elevadíssimo e não é muito diferentes dos outros concorrentes. A suspensão eletrônica e muitas outras características tornam esta moto a mais futurista do mercado.

Teste: Ducati Multistrada 1200

Tecnologicamente avançada, moto se mostra adequada para qualquer ocasião

por Carlo Valente do Infomotori/Itália - Fotos Infomotori/Itália
exclusivo para MotorDream


A apresentação da nova Ducati Multistrada 1200 aconteceu na ilha espanhola de Lanzarote, onde a motocicleta pôde mostrar sua evolução tanto na parte estética como no acréscimo de conteúdo. Do antigo modelo pode-se dizer que ficou apenas o nome. O que faz esta moto única é uma conjunção de fatores, quevão desde o motor Testastretta de 1.198 cc até o quadro. Toda a moto é projetada para responder às expectativas de seu proprietário. Também se destacam os aparatos de segurança, que incluem controle de tração e freios com ABS. Há ainda o sistema de aquecimento para o punho, muito útil na Europa, e um belíssimo display, que parece ter sido tirado de um ônibus espacial. Mas o ponto alto é a possibilidade de selecionar quatro diferentes modos de condução. Ao girar um botão o condutor pode escolher entre os modos urbano, turismo, sport e enduro. Nas categorias enduro e urbano a moto dispõe de "apenas" 100 cv. Mais do que suficiente para ultrapassagens seguras na cidade e para encarar estradas de terra. Os outros dois modos oferecem os 150 cv "completos". A verdadeira inovação está na parte elétrica, que fornece sua máxima expressão junto a suspensão Ohlins completamente regulável.



Primeiras Impressões Ilha de Lanzarote -

A primeira volta na nova Ducati Multistrada 1200 foi no modo urbano, o mais utilizado pelos cidadãos comuns. O primeiro "choque" veio logo ao se sentar na moto e não se encontrar a ignição para se colocar a chave. Ao se deslizar para cima o botão de "start" o bloqueio é desligado e um grande visor branco mostra diversas informações. Então é hora de apertar o botão que aparece sob a alavanca e a Multistrada está pronta para sair. Deve-se dizer que o sistema de ignição sem chave é muito futurista e impressionante. Mas é talvez a única inovação supérflua da moto, já que não satisfaz nenhuma necessidade prática. Afinal, nunca pareceu cansativo ter de inserir a chave. Além de que o sistema não permite engrenas a moto e empurrá-la para que ela pegue no tranco. Fora este ponto desnecessário, a moto move-se com perfeição em ambientes urbanos. O peso de 178 kg é adequado, e os ângulos permitem que o condutor dirija com tranquilidade. A suspensão neste modo urbano fica bem macia e absorve bem as imperfeições no asfalto. O controle de tração, por sua vez, auxilia que os 100 cv não façam a moto derrapar ou deslizar. O freio ABS é excelente, nunca muito invasivo. Destacam-se a comodidade e praticidade da moto no ambiente urbano, o que faz a lembrar uma maxiscooter. Já no modo turismo a suspensão endurece e o motor passa a oferecer 150 cv. Apesar da grande potência, o motorista não se sente desconfortável e a moto está sempre sob controle. As três primeiras marchas podem ser mudadas seguramente aos 2 mil giros. A suspensão não está em "plena força" e, junto com o assento largo, garantem conforto para o condutor. O modo sport é sinônimo de adrenalina. A moto tem os mesmos 150 cv da variante turismo. Mas sua aceleração é mais vigorosa e as respostas são mais rápidas. A roda dianteira ameaça sair do chão quando se age com força no acelerador. A moto chega rapidamente a velocidades dignas. Claro que isso também significa que alguns pontos ficam mais "ásperos". É o caso da suspensão, que fica rígida e deixa a motor "plantada" no chão, principalmente em curvas.



A variante enduro é a mais controversa, por conta de seu nome. Com a palavra "enduro" invariavelmente leva-se a imaginar em trilhas enlameadas, subidas íngrimes, entre outros. Mas certamente a Multistrada não tem características específicas para este segmento. Ela pode, sim, superar obstáculos difíceis, que outras motos talvez não encarassem. Os pneus Pirelli Scorpion Trail, de uso misto, são projetados para asfalto e terra. A suspensão macia é capaz de se sair bem em quase todas as rotas off-road. A Multistrada 1200S Touring é realmente fiel ao que ela promete: uma moto adequada para qualquer ocasião, capaz de trazer segurança e comodidade. O preço de 18.900 euros justifica o nível tecnológico elevadíssimo e não é muito diferentes dos outros concorrentes. A suspensão eletrônica e muitas outras características tornam esta moto a mais futurista do mercado.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

AMG e Ducatti anunciaram hoje (18) uma parceria

Escrito por Fernando Garcia










A AMG e italiana Ducati anunciaram hoje (18) uma parceria durante uma coletiva de imprensa no Salão Automóvel de Los Angeles que abre as portas ao público amanhã (19).


De acordo com as empresas, AMG vai se tornar um patrocinador oficial para o MotoGP da Ducati Team. E em eventos selecionados da Ducatti, os veículos AMG serão oferecido aos clientes da marca italiana e vice versa.

AMG e Ducatti anunciaram hoje (18) uma parceria

Escrito por Fernando Garcia










A AMG e italiana Ducati anunciaram hoje (18) uma parceria durante uma coletiva de imprensa no Salão Automóvel de Los Angeles que abre as portas ao público amanhã (19).


De acordo com as empresas, AMG vai se tornar um patrocinador oficial para o MotoGP da Ducati Team. E em eventos selecionados da Ducatti, os veículos AMG serão oferecido aos clientes da marca italiana e vice versa.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Ducati Diavel promete conforto de custom com fúria esportiva

Ducati Diavel promete conforto de custom com fúria esportiva


Quadro em treliça, motor de dois cilindros em L, dianteira "musculosa": uma Ducati com desenho custom

Não é por acaso que o nome da nova Ducati tem inspiração na palavra “diabo” no dialeto falado em Bolonha, região onde fica a fábrica da marca. Com 210 kg, pneu traseiro de 240 mm de largura e um porte musculoso, a recém lançada Diavel impõe respeito e até medo. Aquele tipo de moto que dá vontade de arrancar com tudo e ver o mundo ficar para trás em questão de segundos.


Diavel tem traseira minimalista com enrome pneu de 240 mm

Apresentada como estrela no Teatro Carcano, erguido em 1881 no centro de Milão, a nova motocicleta é uma aposta ousada da fábrica italiana. “A Diavel é, sem dúvida, nosso lançamento mais inovador para 2011”, falou orgulhoso o diretor geral da Ducati, Claudio Domenicali.


Ducati Diavel foi a grande estrela da marca no Salão de Milão deste ano

Famosa por suas esportivas, a Ducati entra no segmento custom prometendo conforto e desempenho, aliado a uma ciclística ágil. “Até agora nenhum modelo reuniu essas características em uma única moto”, admitiu Domenicali. O departamento de design da Ducati garante ter conseguido.


Ducati Diavel tem porte avantajado e impõe respeito

Criou a Diavel com um avantajado trem dianteiro e uma traseira minimalista para encaixar o esportivo propulsor de dois cilindros em “L” no tradicional quadro em treliça da fábrica de Borgo Panigale. Desenho que causa estranheza ao primeiro olhar. Tem-se a sensação de que a Diavel acaba abruptamente. Mas estranho mesmo é a Ducati aventurar-se em novos segmentos.


Diabólica Ducati Diavel é aposta da fábrica italiana no segmento custom

Uma das motivações para se arriscar em um novo segmento foi o sucesso da Multistrada 1200, apresentada em 2009. A primeira big trail da marca italiana, recheada de tecnologia, superou as expectativas de vendas, admitiu Gabriele Del Torchio, presidente da Ducati. “Nossa estratégia é sermos especialistas no segmento de motos esportivas, enquanto trabalhamos para desenvolver produtos inovadores. Isso nos permite expandir nossos negócios para novos mercados como a Diavel”, disse Del Torchio.


Ducati Diavel promete bom desempenho em curvas e inclinação de 41°


DESEMPENHO
No coração da diabólica Ducati está o motor Testastretta 11°, derivado dos potentes motores esportivos da marca, mas adaptados para uma entrega mais suave de potência. O motor de dois cilindros em “L” (um V a 90°) e 1.198,4 cm³ produz 162 cavalos de potência máxima (a 9.500 rpm) e colossais 13 kgfm de torque máximo. Com esses números o motor pode até ser mais manso, mas não perdeu o desempenho característico dos motores italianos.


Motor Testastretta de 1200 cm³ produz 162 cavalos de potência máxima

Equipada com acelerador eletrônico (ride-by-wire), a Diavel ainda conta com tecnologias como três modos de pilotagem (Sport, Touring e Urban) e controle de tração (Ducati Traction Control) de cinco níveis. Praticamente o mesmo pacote tecnológico da Multistrada 1200.


Entradas de ar e piscas dianteiros integrados na carenagem da Diavel

O câmbio de seis marchas precisou ser feito em materiais mais resistentes para transferir toda a “força” do motor para o enorme pneu traseiro de 240 mm. A Ducati ainda equipou o novo modelo com uma embreagem deslizante para aliviar os trancos no conjunto de transmissão. A transmissão final é feita por corrente.


Painel da nova Ducati Diavel traz "dois andares" de infomações em LCD, além das luzes espia


CICLÍSTICA
O quadro em treliça, segundo a Ducati, garante rigidez a torções enquanto assegura menor peso e tamanho compacto. O monobraço traseiro construído em liga de alumínio é bastante longo e resulta em uma distância entre-eixos de 1.590 mm, o suficiente para proporcionar estabilidade nas retas.


Rabeta da Diavel acaba abruptamente e traz duas lanternas de LEDs com piscas embutidos

Em conjunto com as suspensões -- garfos Marzocchi de 50 mm de diâmetro, na frente, e amortecedor Sachs posicionado horizontalmente, atrás -- garante maneabilidade e inclinações de até 41° em curvas. Qualidades que só poderão ser conferidas na prática, afinal apesar de todo o frisson em torno da Diavel, ainda não foram feitos testes dinâmicos pela imprensa internacional.



No detalhe, a dupla de enormes ponteiras de escapamento na Diavel

Para parar os 210 kg a seco da Diavel, a fábrica italiana não economizou. Optou pelas pinças monobloco da grife Brembo com quatro pistões para “morder” os dois grandes discos de 320 mm de diâmetro na dianteira. Atrás, um disco de 265 mm com pinça de pistão duplo, também da Brembo. Para completar, sistema antitravamento (ABS) da Bosch.


Pedaleiras da garupa na Diavel são retráteis

As rodas de 17 polegadas (3,5 de largura na dianteira e 8 na traseira) são calçadas com os novos pneus Pirelli Diablo Rosso II, nas medidas 120/70 (frente) e 240/45 (atrás).


Pedaleiras da garupa na Diavel são retráteis

ESPECIAL

A nova Diavel deve chegar ao mercado somente no primeiro trimestre do próximo ano. A primeira versão comercializada será a Diavel Carbon, com diversos itens de acabamento em fibra de carbono. Nos Estados Unidos, a Carbon deverá custar em torno de US$ 20.000 (cerca de R$ 35.000 sem taxas e impostos). Já o modelo standard sairá por US$ 17.000.(por Arthur Caldeira)