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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Liberte seu roteador!

É o que defendem ativistas para formar uma rede Wi-Fi pública; a prática, porém, pode render até prisão

No telhado da casa de Dana Sniezko, em São Francisco, fica um roteador. Dali sai um sinal de Wi-Fi de 4 Mbps que pode ser usado por qualquer um. Não há senha. “Eu deixo a conexão aberta como um serviço público”, explicou a americana de 27 anos ao Link. “Embora São Francisco seja uma capital tecnológica, há muitas pessoas que não têm acesso à internet e, cada vez mais, ela é necessária para fazer a maior parte das coisas: encontrar uma casa, conseguir um emprego, trabalhar

em serviços sociais e ficar em contato com os amigos”, diz.

Dana é desenvolvedora web e trabalha para ONGs. Garantir a inclusão digital em sua cidade é uma de suas bandeiras. Há alguns pontos de Wi-Fi livre em São Francisco – principalmente em espaços públicos, como parques, e também operam ali algumas empresas que distribuem pontos de internet livre pela cidade. Mas a conexão está longe de cobrir toda a cidade. “A maioria dos cafés hoje restringem as suas conexões”, reclama Dana.

A bandeira de abrir o Wi-Fi para colaborar para a inclusão digital não é só dela. A Eletronic Frontier Foundation (EFF), entidade que luta há mais de 20 anos por liberdade na rede, se prepara para lançar o Open Wireless Movement (Movimento pelo Wireless Aberto).

“O desaparecimento gradual das redes Wi-Fi abertas é uma ‘tragédia dos bens comuns’”, escreveu Peter Eckersley, chefe do setor de tecnologia da EFF, no texto que lança a campanha. (Tragédia dos bens comuns é uma teoria que diz que, diante de um bem comum, tendemos a tirar o máximo dele ao mesmo tempo em que contribuímos o mínimo para sua manutenção.) “Precisamos de um movimento político e tecnológico para reverter a degradação desse componente indispensável da infraestrutura da internet.”

Para Eckersley, parte do trabalho é apenas lembrar as pessoas que abrir as suas redes é a “coisa mais socialmente responsável a fazer”. Ficar sem internet em uma situação de necessidade, para ele, é como se ver molhado e sentir frio sob uma tempestade porque ninguém ofereceu abrigo em um guarda-chuva.

Segundo a EFF, há duas preocupações que impedem as pessoas de abrirem seus roteadores: segurança e velocidade. “Precisamos criar ferramentas que permitam às pessoas compartilhar uma porção de suas conexões sem afetar o desempenho delas, e ao mesmo tempo garantir que não haja quebra de privacidade.”

Na casa de Dana Sniezko chega uma conexão de 20 Mbps de velocidade. Parte dela (4 Mbps) vai para o telhado e o restante é distribuído para outro roteador, usado em sua casa. Esse sim é fechado. Ela gastou US$ 50 no ponto extra de acesso. Com ele, consegue garantir que a sua conexão de uso pessoal não seja prejudicada pelo ponto extra, e nem que a sua segurança seja colocada em risco. “A rede aberta tem algumas medidas de segurança mas não é protegida, então alguém pode fazer uma interceptação”, diz Dana. “A melhor proteção é educar a si mesmo”, diz ela. São regras básicas: usar HTTPS ao entrar em alguns sites, como redes sociais, e evitar alguns serviços, como bancos.


O que Dana faz é exatamente o que recomenda a EFF. E hoje há roteadores que permitem dividir o sinal em dois – um aberto e um fechado.

Pena. Só que o que ela faz e o que recomenda a EFF no Open Wireless Movement pode ser proibido. Nos Estados Unidos, os principais provedores de conexão, como o Comcast e Verizon, explicitam em seus contratos que revender ou tornar disponível de alguma maneira a conexão a terceiros pode acarretar em suspensão ou encerramento da conexão à internet.

Em São Francisco, Dana usa uma conexão oferecida por um pequeno provedor – portanto, não está cometendo nenhuma ilegalidade. “Os provedores locais são mais abertos aos seus clientes que fazem coisas incomuns”, diz.

No Brasil, porém, quem fizer como ela está sujeito a uma série de penalidades que podem ir da suspensão da conexão pelo provedor a penas como prisão ou multa da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A Telefônica, que oferece o Speedy, não restringe a prática no contrato, mas desaconselha o compartilhamento da rede. A Net, que oferece a conexão com o Virtua, restringe contratualmente. “Caso a conexão seja compartilhada indiscriminadamente através de um roteador sem senha, a chance de uma pessoa mal-intencionada utilizar a conexão de terceiros de forma anônima aumenta muito”, disse a empresa, por meio de sua assessoria de imprensa.

De fato: se alguém cometer um crime (como acessar material relacionado à pedofilia) usando uma rede aberta, a responsabilidade cairá sobre o dono do IP – aquele que compartilha a rede. “É como deixar a porta de casa aberta e confiar em todos que entrarão ali”, diz a Net. Para a empresa, a alternativa é usar hotspots públicos, cujo acesso acontece com identificação e senha.

Crime federal. No ano passado, um morador de Teresina (PI) foi multado em R$ 3 mil pela Anatel por compartilhar sua conexão com três vizinhos. A acusação: ele estava funcionando como um prestador de serviços de telecomunicação sem autorização da agência.

Questionada pelo Link, a Anatel explicou que “tornar disponível uma infraestrutura de telecomunicações – independentemente de tecnologia – para que usuários possam emitir, transmitir ou receber informações de qualquer natureza caracteriza prestação de serviço para a qual há necessidade de autorização prévia da Anatel”. Isso significa que manter um simples roteador aberto pode render penalização ao usuário.

Transformar seu roteador em um hotspot Wi-Fi público, segundo a Anatel, “caracteriza oferta clandestina de serviços de telecomunicações”. E isso é crime federal.

A causa é nobre, mas, para a agência que regula as telecomunicações no Brasil, até dividir internet com o vizinho é crime. A Anatel disse que avalia caso a caso, mas se houver evidências de que o usuário deixou a rede aberta de propósito ou divulgou sua senha para outras pessoas, pode ser condenado a até quatro anos de prisão e multa de R$ 10 mil.

fonte: blogs.estadao.com.br
Por Tatiana de Mello Dias

Liberte seu roteador!

É o que defendem ativistas para formar uma rede Wi-Fi pública; a prática, porém, pode render até prisão

No telhado da casa de Dana Sniezko, em São Francisco, fica um roteador. Dali sai um sinal de Wi-Fi de 4 Mbps que pode ser usado por qualquer um. Não há senha. “Eu deixo a conexão aberta como um serviço público”, explicou a americana de 27 anos ao Link. “Embora São Francisco seja uma capital tecnológica, há muitas pessoas que não têm acesso à internet e, cada vez mais, ela é necessária para fazer a maior parte das coisas: encontrar uma casa, conseguir um emprego, trabalhar

em serviços sociais e ficar em contato com os amigos”, diz.

Dana é desenvolvedora web e trabalha para ONGs. Garantir a inclusão digital em sua cidade é uma de suas bandeiras. Há alguns pontos de Wi-Fi livre em São Francisco – principalmente em espaços públicos, como parques, e também operam ali algumas empresas que distribuem pontos de internet livre pela cidade. Mas a conexão está longe de cobrir toda a cidade. “A maioria dos cafés hoje restringem as suas conexões”, reclama Dana.

A bandeira de abrir o Wi-Fi para colaborar para a inclusão digital não é só dela. A Eletronic Frontier Foundation (EFF), entidade que luta há mais de 20 anos por liberdade na rede, se prepara para lançar o Open Wireless Movement (Movimento pelo Wireless Aberto).

“O desaparecimento gradual das redes Wi-Fi abertas é uma ‘tragédia dos bens comuns’”, escreveu Peter Eckersley, chefe do setor de tecnologia da EFF, no texto que lança a campanha. (Tragédia dos bens comuns é uma teoria que diz que, diante de um bem comum, tendemos a tirar o máximo dele ao mesmo tempo em que contribuímos o mínimo para sua manutenção.) “Precisamos de um movimento político e tecnológico para reverter a degradação desse componente indispensável da infraestrutura da internet.”

Para Eckersley, parte do trabalho é apenas lembrar as pessoas que abrir as suas redes é a “coisa mais socialmente responsável a fazer”. Ficar sem internet em uma situação de necessidade, para ele, é como se ver molhado e sentir frio sob uma tempestade porque ninguém ofereceu abrigo em um guarda-chuva.

Segundo a EFF, há duas preocupações que impedem as pessoas de abrirem seus roteadores: segurança e velocidade. “Precisamos criar ferramentas que permitam às pessoas compartilhar uma porção de suas conexões sem afetar o desempenho delas, e ao mesmo tempo garantir que não haja quebra de privacidade.”

Na casa de Dana Sniezko chega uma conexão de 20 Mbps de velocidade. Parte dela (4 Mbps) vai para o telhado e o restante é distribuído para outro roteador, usado em sua casa. Esse sim é fechado. Ela gastou US$ 50 no ponto extra de acesso. Com ele, consegue garantir que a sua conexão de uso pessoal não seja prejudicada pelo ponto extra, e nem que a sua segurança seja colocada em risco. “A rede aberta tem algumas medidas de segurança mas não é protegida, então alguém pode fazer uma interceptação”, diz Dana. “A melhor proteção é educar a si mesmo”, diz ela. São regras básicas: usar HTTPS ao entrar em alguns sites, como redes sociais, e evitar alguns serviços, como bancos.


O que Dana faz é exatamente o que recomenda a EFF. E hoje há roteadores que permitem dividir o sinal em dois – um aberto e um fechado.

Pena. Só que o que ela faz e o que recomenda a EFF no Open Wireless Movement pode ser proibido. Nos Estados Unidos, os principais provedores de conexão, como o Comcast e Verizon, explicitam em seus contratos que revender ou tornar disponível de alguma maneira a conexão a terceiros pode acarretar em suspensão ou encerramento da conexão à internet.

Em São Francisco, Dana usa uma conexão oferecida por um pequeno provedor – portanto, não está cometendo nenhuma ilegalidade. “Os provedores locais são mais abertos aos seus clientes que fazem coisas incomuns”, diz.

No Brasil, porém, quem fizer como ela está sujeito a uma série de penalidades que podem ir da suspensão da conexão pelo provedor a penas como prisão ou multa da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A Telefônica, que oferece o Speedy, não restringe a prática no contrato, mas desaconselha o compartilhamento da rede. A Net, que oferece a conexão com o Virtua, restringe contratualmente. “Caso a conexão seja compartilhada indiscriminadamente através de um roteador sem senha, a chance de uma pessoa mal-intencionada utilizar a conexão de terceiros de forma anônima aumenta muito”, disse a empresa, por meio de sua assessoria de imprensa.

De fato: se alguém cometer um crime (como acessar material relacionado à pedofilia) usando uma rede aberta, a responsabilidade cairá sobre o dono do IP – aquele que compartilha a rede. “É como deixar a porta de casa aberta e confiar em todos que entrarão ali”, diz a Net. Para a empresa, a alternativa é usar hotspots públicos, cujo acesso acontece com identificação e senha.

Crime federal. No ano passado, um morador de Teresina (PI) foi multado em R$ 3 mil pela Anatel por compartilhar sua conexão com três vizinhos. A acusação: ele estava funcionando como um prestador de serviços de telecomunicação sem autorização da agência.

Questionada pelo Link, a Anatel explicou que “tornar disponível uma infraestrutura de telecomunicações – independentemente de tecnologia – para que usuários possam emitir, transmitir ou receber informações de qualquer natureza caracteriza prestação de serviço para a qual há necessidade de autorização prévia da Anatel”. Isso significa que manter um simples roteador aberto pode render penalização ao usuário.

Transformar seu roteador em um hotspot Wi-Fi público, segundo a Anatel, “caracteriza oferta clandestina de serviços de telecomunicações”. E isso é crime federal.

A causa é nobre, mas, para a agência que regula as telecomunicações no Brasil, até dividir internet com o vizinho é crime. A Anatel disse que avalia caso a caso, mas se houver evidências de que o usuário deixou a rede aberta de propósito ou divulgou sua senha para outras pessoas, pode ser condenado a até quatro anos de prisão e multa de R$ 10 mil.

fonte: blogs.estadao.com.br
Por Tatiana de Mello Dias

domingo, 24 de julho de 2011

Programas grátis para PC

Programas grátis para PC
Quando compramos um computador ou simplesmente o formatamos normalmente ele vem sem programa nenhum, a menos que mandemos um profissional fazer o trabalho de formatação e ele coloque em nosso PC vários programas que vão ser úteis para nós. Como nem todos fazem isso é certo dizer que nós mesmos é que temos que procurar pelos programas que queremos instalar em nosso computador para o uso diário, afinal o que seria de nós se não tivéssemos o Nero para gravar CDs e DVDs? Teríamos que optar por outros programas não tão fáceis como ele e o trabalho iria ser muito maior. Por isso sempre que for formatar o seu computador procure por alguém que saiba o que está fazendo e o que você precisa instalado em seu computador, alguns programas que são essenciais como Nero, Microsoft Office e pelo menos um navegador diferente do internet Explorer que já vem instalado no sistema operacional Windows.

Se você for novo na área e ainda não sabe muito sobre os programas gratuitos e liberados pelas empresas para ter em seu computador, evitando problemas, estamos aqui para te ajudar e vamos citar alguns que podem fazer a diferença em seu dia a dia.
O antivírus é o principal deles sem ele você não consegue se proteger contra os vírus que vivem tentando invadir o seu computador, entre os gratuitos os melhores deles são AVG e Avast os dois podem ser encontrados em sites de transferências e você poderá ficar tranquilo quanto aos vírus porque eles não vão invadir o seu computador. Ccleaner é um programa feito para a limpeza de seu computador, com ele não vai acumular arquivos inutilizados e nem erros no computador, com apenas alguns cliques você pesquisa sobre o que tem que ser removido de seu computador e o elimina com facilidade. Se você tem mania de apagar os seus arquivos e também de excluí-los de sua lixeira fique tranqüilo, pois agora tem como recuperá-los sem muitos esforços, tudo isso graças ao Restore Deleted Files Now, não deixe perder seus arquivos que podem ser úteis, pesquise com essa ferramenta super interessante assim não perdendo documentos e fotos que gostava.
Existem muitos programas gratuitos na internet para você usar e nenhum deles cobra direitos autorais para quem os têm, então aproveite e faça o seu computador ficar “tunado”.

Programas grátis para PC

Programas grátis para PC
Quando compramos um computador ou simplesmente o formatamos normalmente ele vem sem programa nenhum, a menos que mandemos um profissional fazer o trabalho de formatação e ele coloque em nosso PC vários programas que vão ser úteis para nós. Como nem todos fazem isso é certo dizer que nós mesmos é que temos que procurar pelos programas que queremos instalar em nosso computador para o uso diário, afinal o que seria de nós se não tivéssemos o Nero para gravar CDs e DVDs? Teríamos que optar por outros programas não tão fáceis como ele e o trabalho iria ser muito maior. Por isso sempre que for formatar o seu computador procure por alguém que saiba o que está fazendo e o que você precisa instalado em seu computador, alguns programas que são essenciais como Nero, Microsoft Office e pelo menos um navegador diferente do internet Explorer que já vem instalado no sistema operacional Windows.

Se você for novo na área e ainda não sabe muito sobre os programas gratuitos e liberados pelas empresas para ter em seu computador, evitando problemas, estamos aqui para te ajudar e vamos citar alguns que podem fazer a diferença em seu dia a dia.
O antivírus é o principal deles sem ele você não consegue se proteger contra os vírus que vivem tentando invadir o seu computador, entre os gratuitos os melhores deles são AVG e Avast os dois podem ser encontrados em sites de transferências e você poderá ficar tranquilo quanto aos vírus porque eles não vão invadir o seu computador. Ccleaner é um programa feito para a limpeza de seu computador, com ele não vai acumular arquivos inutilizados e nem erros no computador, com apenas alguns cliques você pesquisa sobre o que tem que ser removido de seu computador e o elimina com facilidade. Se você tem mania de apagar os seus arquivos e também de excluí-los de sua lixeira fique tranqüilo, pois agora tem como recuperá-los sem muitos esforços, tudo isso graças ao Restore Deleted Files Now, não deixe perder seus arquivos que podem ser úteis, pesquise com essa ferramenta super interessante assim não perdendo documentos e fotos que gostava.
Existem muitos programas gratuitos na internet para você usar e nenhum deles cobra direitos autorais para quem os têm, então aproveite e faça o seu computador ficar “tunado”.

Particionar HD externo USB

Particionar HD externo USB
Quando alguém compra um HD externo normalmente o usa para levar todos os seus arquivos para vários lugares, mas nem sempre conseguem dividir em partes para não se confundir com tantos arquivos principalmente quando se trata de um HD com capacidade muito grande de armazenamento de arquivos. Ter um HD externo possibilita a você não perder todos os seus arquivos caso seu computador pare de funcionar de uma hora para outra, qualquer pessoa pode formatar um
computador depois que todos os arquivos estiverem devidamente salvos no HD externo, para você não se perder com tantos arquivos em um só HD vamos te ensinar alguns passos de como pode particionar seu HD e assim vai fazer uma divisão legal para não se perder com seus arquivos e pastas que estão salvas em todo o seu computador, lembrando que ele vai funcionar apenas como um pendrive a menos é claro que você instale o Windows nele, mas daí não terá a mesma utilidade e você provavelmente não vá conseguir iniciá-lo em seu computador.
Caso não exista nenhum dado em seu HD ligue-o em seu computador e vá em painel de controle que fica no menu iniciar, depois de acessar página procure pela opção ferramentas administrativas depois gerenciamento de computador e do lado direito da tela apareceram todos os discos que estão instalados em seu computador você então terá de selecionar o que está plugado em seu computador e terá de fazer uma formatação simples, tem de se lembrar de que na hora de formatar terá de usar apenas a metade do disco e depois terá de fazer esse processo novamente com a outra parte. Caso o seu HD esteja com algo nele você precisa fazer o processo utilizando programas de particionamento como partitionmagc ou paragon existem muitos outros, mas estes são os mais usados pelas pessoas que fazem o processo. Provavelmente você já deve ter conseguido até o presente momento agora é só utilizar seu HD para colocar aquilo que desejar seja jogos ou qualquer outra coisa do tipo. Lembre-se de mantê-lo revisado por seu antivírus para não correr o risco de passar o malware para todos os computadores que conectá-lo.

Particionar HD externo USB

Particionar HD externo USB
Quando alguém compra um HD externo normalmente o usa para levar todos os seus arquivos para vários lugares, mas nem sempre conseguem dividir em partes para não se confundir com tantos arquivos principalmente quando se trata de um HD com capacidade muito grande de armazenamento de arquivos. Ter um HD externo possibilita a você não perder todos os seus arquivos caso seu computador pare de funcionar de uma hora para outra, qualquer pessoa pode formatar um
computador depois que todos os arquivos estiverem devidamente salvos no HD externo, para você não se perder com tantos arquivos em um só HD vamos te ensinar alguns passos de como pode particionar seu HD e assim vai fazer uma divisão legal para não se perder com seus arquivos e pastas que estão salvas em todo o seu computador, lembrando que ele vai funcionar apenas como um pendrive a menos é claro que você instale o Windows nele, mas daí não terá a mesma utilidade e você provavelmente não vá conseguir iniciá-lo em seu computador.
Caso não exista nenhum dado em seu HD ligue-o em seu computador e vá em painel de controle que fica no menu iniciar, depois de acessar página procure pela opção ferramentas administrativas depois gerenciamento de computador e do lado direito da tela apareceram todos os discos que estão instalados em seu computador você então terá de selecionar o que está plugado em seu computador e terá de fazer uma formatação simples, tem de se lembrar de que na hora de formatar terá de usar apenas a metade do disco e depois terá de fazer esse processo novamente com a outra parte. Caso o seu HD esteja com algo nele você precisa fazer o processo utilizando programas de particionamento como partitionmagc ou paragon existem muitos outros, mas estes são os mais usados pelas pessoas que fazem o processo. Provavelmente você já deve ter conseguido até o presente momento agora é só utilizar seu HD para colocar aquilo que desejar seja jogos ou qualquer outra coisa do tipo. Lembre-se de mantê-lo revisado por seu antivírus para não correr o risco de passar o malware para todos os computadores que conectá-lo.

Antivirus gratuito em português

Antivirus gratuito em português
Os computadores são feitos com as melhores tecnologias possíveis e nem mesmo isso os livra de pegar “sujeiras” pelo caminho ou algo assim, isso acontece porque como é um aparelho com tanta tecnologia os rackers começam a pensar em maneiras de invadirem o computador das pessoas,
alguns fazem isso apenas para testar seus dotes sem causar mal a ninguém outros não pensam muito nisso e fazem algo com segundas intenções para atrapalhar o desempenho do computador e até mesmo descobrir algo sobre a pessoa. Com isso é preciso ficar atencioso se não poderá ter problemas mais sérios e até senhas descobertas por essa pessoa, então saiba que isso não é mito como as pessoas pensam e sim uma verdade se estiver com diversos vírus em seu PC pode acabar sofrendo ataques em suas contas e se acessar o banco pelo computador poderá ter problemas.
Quais são as medidas que você tem que tomar para evitar que isso aconteça? Primeiramente é instalar um bom antivírus, mas existem antivírus bons gratuitos? Claro que sim! Se não fosse assim teríamos muitas dificuldades em nos manter longe de vírus porque o preço de um é muito alto. Você pode optar por três nomes muito famosos atualmente o primeiro deles é o Avast que tem uma versão totalmente grátis e fácil de manejar, depois temos o AVG um dos mais vantajosos e também gratuito que bloqueia qualquer ação desnecessária que esteja prestes a invadir o seu computador, se você deixar a opção de mostrar quando ele bloqueia a entrada de um vírus ligada verá o que estava tentando invadir o seu computador. O Avira 2010 é a mais nova aposta da internet ele é tão capaz de bloquear os vírus quanto seus concorrentes só que ainda não é tão conhecido e precisa que muitas pessoas o usem para isso, se você quiser conhecer esses programas de proteção pode acessar o site de cada um deles e ficar por dentro de todas as novidades e novas versões, daí é só transferir aquele que mais gostar. Mantendo um desses antivírus instalados em seu computador pode ter certeza de que vai evitar que muitos arquivos tentem acessar seu computador.

Antivirus gratuito em português

Antivirus gratuito em português
Os computadores são feitos com as melhores tecnologias possíveis e nem mesmo isso os livra de pegar “sujeiras” pelo caminho ou algo assim, isso acontece porque como é um aparelho com tanta tecnologia os rackers começam a pensar em maneiras de invadirem o computador das pessoas,
alguns fazem isso apenas para testar seus dotes sem causar mal a ninguém outros não pensam muito nisso e fazem algo com segundas intenções para atrapalhar o desempenho do computador e até mesmo descobrir algo sobre a pessoa. Com isso é preciso ficar atencioso se não poderá ter problemas mais sérios e até senhas descobertas por essa pessoa, então saiba que isso não é mito como as pessoas pensam e sim uma verdade se estiver com diversos vírus em seu PC pode acabar sofrendo ataques em suas contas e se acessar o banco pelo computador poderá ter problemas.
Quais são as medidas que você tem que tomar para evitar que isso aconteça? Primeiramente é instalar um bom antivírus, mas existem antivírus bons gratuitos? Claro que sim! Se não fosse assim teríamos muitas dificuldades em nos manter longe de vírus porque o preço de um é muito alto. Você pode optar por três nomes muito famosos atualmente o primeiro deles é o Avast que tem uma versão totalmente grátis e fácil de manejar, depois temos o AVG um dos mais vantajosos e também gratuito que bloqueia qualquer ação desnecessária que esteja prestes a invadir o seu computador, se você deixar a opção de mostrar quando ele bloqueia a entrada de um vírus ligada verá o que estava tentando invadir o seu computador. O Avira 2010 é a mais nova aposta da internet ele é tão capaz de bloquear os vírus quanto seus concorrentes só que ainda não é tão conhecido e precisa que muitas pessoas o usem para isso, se você quiser conhecer esses programas de proteção pode acessar o site de cada um deles e ficar por dentro de todas as novidades e novas versões, daí é só transferir aquele que mais gostar. Mantendo um desses antivírus instalados em seu computador pode ter certeza de que vai evitar que muitos arquivos tentem acessar seu computador.

sábado, 23 de julho de 2011

Apple não quer mais saber de software em caixinha


O OS X Lion foi apenas o começo. A Apple colocou em prática o plano de acabar com as caixas de software em suas lojas, as tão cultuadas Apple Stores. Em memorando enviado para revendedores, a companhia orientou para que eles não mais exibam as caixas de produtos conhecidos desenvolvidos pela maçã. A ideia é aproveitar o espaço com coisas mais rentáveis – um iPad ou um iPhone, na visão dos funcionários de Steve Jobs.

A equipe de varejo da Apple não é boba. Eles querem que os aplicativos da maçã sejam disponibilizados via Mac App Store, a loja de softwares dos Macs. Em vez de ir na loja e comprar um produto físico, com direito a DVD para instalação, os consumidores podem usar aApple ID para simplesmente confirmar o pagamento e iniciar o download. Bastante simples, como já acontece no iOS.
As caixas estão proibidas nas lojas da Apple
O Apple Insider nota que os seguintes produtos da Apple não serão mais comercializados na tradicional caixinha: iLife 09,iWork 09 e Aperture 3. Os dois primeiros são softwares amplamente utilizados (quase uma unanimidade) nas máquinas da maçã. O último nem tanto, visto que tem uso voltado para profissionais.
Conforme alguns leitores observaram no review que eu escrevi sobre o Lion, uma mesma Apple ID dá direito a instalar determinado aplicativo em 5 computadores distintos da Apple. Isso significa que a venda de licenças do tipo Family Pack está com os dias contados. Ela foi substituída por uma tecnologia eletrônica muito mais prática de controlar para a Apple (no fim das contas, estamos falando de algo bem parecido com o DRM).
E como ficam os colecionadores? De mãos abanando. É o que vai acontecer com os brasileiros que queiram ter o Lion na caixa, em mídia física. A Apple prometeu para clientes americanos que vai oferecer um pendrive com o sistema no mês que vem. Pelo dobro do preço, no entanto. O escritório da Apple por aqui não soube dizer se o pendrive será vendido no mercado brasileiro.
Essa história me lembra de quando a Ubisoft anunciou que seus jogos não teriam mais manual impresso; apenas o digital. Meses depois, a EA foi pelo mesmo caminho. Quanto tempo vocês dão para que essas duas gigantes do software (afinal, jogo é software) também desistam dos CDs/DVDs de instalação e fiquem apenas na distribuição eletrônica?

Apple não quer mais saber de software em caixinha


O OS X Lion foi apenas o começo. A Apple colocou em prática o plano de acabar com as caixas de software em suas lojas, as tão cultuadas Apple Stores. Em memorando enviado para revendedores, a companhia orientou para que eles não mais exibam as caixas de produtos conhecidos desenvolvidos pela maçã. A ideia é aproveitar o espaço com coisas mais rentáveis – um iPad ou um iPhone, na visão dos funcionários de Steve Jobs.

A equipe de varejo da Apple não é boba. Eles querem que os aplicativos da maçã sejam disponibilizados via Mac App Store, a loja de softwares dos Macs. Em vez de ir na loja e comprar um produto físico, com direito a DVD para instalação, os consumidores podem usar aApple ID para simplesmente confirmar o pagamento e iniciar o download. Bastante simples, como já acontece no iOS.
As caixas estão proibidas nas lojas da Apple
O Apple Insider nota que os seguintes produtos da Apple não serão mais comercializados na tradicional caixinha: iLife 09,iWork 09 e Aperture 3. Os dois primeiros são softwares amplamente utilizados (quase uma unanimidade) nas máquinas da maçã. O último nem tanto, visto que tem uso voltado para profissionais.
Conforme alguns leitores observaram no review que eu escrevi sobre o Lion, uma mesma Apple ID dá direito a instalar determinado aplicativo em 5 computadores distintos da Apple. Isso significa que a venda de licenças do tipo Family Pack está com os dias contados. Ela foi substituída por uma tecnologia eletrônica muito mais prática de controlar para a Apple (no fim das contas, estamos falando de algo bem parecido com o DRM).
E como ficam os colecionadores? De mãos abanando. É o que vai acontecer com os brasileiros que queiram ter o Lion na caixa, em mídia física. A Apple prometeu para clientes americanos que vai oferecer um pendrive com o sistema no mês que vem. Pelo dobro do preço, no entanto. O escritório da Apple por aqui não soube dizer se o pendrive será vendido no mercado brasileiro.
Essa história me lembra de quando a Ubisoft anunciou que seus jogos não teriam mais manual impresso; apenas o digital. Meses depois, a EA foi pelo mesmo caminho. Quanto tempo vocês dão para que essas duas gigantes do software (afinal, jogo é software) também desistam dos CDs/DVDs de instalação e fiquem apenas na distribuição eletrônica?

Review: Mac OS X Lion


Usuários de Mac, a espera chega ao fim. Junto com o lançamento de uma nova safra de Macs e o fim dos gloriosos MacBooks White – escrevo esse texto numa dessas máquinas –, a Apple tirou a quarta-feira para finalmente lançar seu mais novo sistema operacional. O Lion está disponível na Mac App Store para download imediato. É só pagar os US$ 30 que a companhia pede pela atualização.

Eu venho testando o Lion faz algumas semanas, desde que a versão Golden Master (aquela que precede a versão final para venda) foi liberada na comunidade de developers da Apple. Creio que, mais uma vez, a companhia acertou nas mudanças que promoveu no OS X para deixá-lo mais palatável e fácil de usar para o usuário leigo ou mediano.
OS Lion
Confira abaixo algumas impressões de uso da sétima iteração do OS X.

Mail

Com a chegada do novo Mail (o cliente de email nativo do OS X), eu pude dar adeus aoSparrow Lite, que eu usava na minha máquina. A apresentação de mensagens em formato de conversações, similar ao que o Gmail tem faz anos, torna o acompanhamento dos assuntos muito mais fácil. Sem falar que a interface em tela cheia do aplicativo agiliza muito a vida de quem tem um notebook e precisa aproveitar cada pequeno pixel que o display oferece.
Minha única reclamação diz respeito às mensagens enviadas por outro aplicativo que não seja o Mail: elas não aparecem nas threads, infelizmente.

Mission Control

A Apple juntou o Exposé e o Spaces numa coisa só. Depois de configurar os cantos dodisplay do meu MacBook para certos atalhos, basta mover o cursor do mouse para o cima e para a esquerda a fim de acionar o Mission Control.
Mission Control em ação
Nele aparecem todos os aplicativos em execução no momento, organizados com as várias janelas de um mesmo software devidamente agrupadas. Não bastasse isso, o Lion me permite criar novas áreas de trabalho – um conceito Windows, eu sei – e movimentar os aplicativos entre elas. É o máximo que se pode obter da experiência de arrastar-e-soltar, que tende a deixar o uso do computador mais intuitivo.
Fora do Mission Control, mas ainda nessa seara de software para gerenciar melhor aplicativos, apareceu o Launchpad. Ele é inspirado no iPad. Todos os apps instalados na máquina são listados em várias páginas. Para abrir, basta clicar. Funciona corretamente no meu MacBook antigo, mas por vezes a animação que traz o Launchpad para cima das demais janelas dá uma engasgada.

Controle invertido da rolagem

Logo nos primeiros minutos com o Lion, parece que controlar as janelas se inverteu. É isso mesmo: a Apple optou por modificar a forma como o trackpad (ou botão de scroll do mouse) controla aquilo que você está visualizando.
Antes do leão chegar, utilizar dois dedos simultaneamente no trackpad com o movimento de cima para baixo fazia a janelar rolar para baixo. “Descer com os dedos para descer a página”. No Lion funciona ao contrário. Movimentar os dois dedos para baixo faz o documento subir para o seu início. E o mesmo vale para a rolagem horizontal: fazer o movimento da direita para a esquerda leva o documento para a direita (e vice-versa).
Num primeiro momento, eu estranhei controlar a rolagem dessa forma. Mas é algo com o qual  a gente acaba se acostumando após algum tempo de uso – menos de um dia, no meu caso. O problema é quando preciso usar o Windows, onde o sistema de rolagem continua do jeito tradicional que todos conhecemos.
Quem não gostar da novidade pode modificar os ajustes de trackpad e mouse para funcionar do jeito.
O Brian Chen, colaborador da Wired, escreveu na análise dele que o controle invertido é o principal demérito do Lion. “A maioria dos gestos similares aos do iPad não se traduzem com eloquência no desktop. Nossos cérebros não estão preparados para mudar a forma da rolagem”. Ele também não gostou do Mission Control e pede o retorno do Exposé. Para o meu editor-chefe Mobilon, rolagem invertida até faz sentido no trackpad, mas não nos mouses com botão de scroll.

Aplicativos em tela cheia

Botão para restaurar tamanho da janela fica na barra de menus da Apple
A Apple sempre se gabou de não oferecer um botão para maximizar janelas (algo que deveria estar restrito aos muitos usuários de Windows). No OS X Lion a coisa muda de figura. Além do Mail renovado, aplicativos como iPhoto e iTunesganharam o modo de exibição em tela cheia. Ele vale à pena porque dá mais espaço para mexer nas fotos ou navegar no acervo musical – ainda mais nos notebooks, que têm menos espaço.
Imagino que esse recurso não seja tão útil para os donos de iMacs, cujas telas têm tamanho mínimo de 21,5″. Sobra espaço para usar vários apps com muita qualidade.

Reabir janelas na próxima sessão

Quando você for encerrar a sua sessão no Mac, o sistema operacional vai perguntar se você quer que as janelas sejam reabertas numa futura sessão. Marcando que sim, o Lion faz o esforço de, no seu próximo login, reabrir todos os aplicativos e janelas nos quais você trabalhava.
Assegure-se de ter uma boa máquina antes de deixar essa caixa marcada
É um bom recurso para quem quer retomar o sistema operacional exatamente do ponto em que parou, porém tenha em mente que vai demandar maior processamento e memória RAM da máquina.

Algumas considerações se fazem necessárias

Meu MacBook White é velho de guerra – faz parte da segunda safra de 2008. Ainda que o seu processador Core 2 Duo 2,4 GHz continue me atendendo bem, dá para perceber que o Lion não voa nele como acontecia no Snow Leopard. Para quem está na mesma situação que eu, a recomendação é fazer o upgrade na memória (4 GB!).
Justamente por ser uma máquina mais antiga, um dos recursos mais bacanas do Lion não é compatível com o meu hardware. O AirDrop, que possibilita o compartilhamento de arquivos entre pessoas próximas, depende de uma antena Wi-Fi mais recente. Não foi possível testá-lo, portanto. Para quem está na mesma situação, dessa vez a recomendação é usar o Cloud Apppara enviar arquivos de forma estupidamente fácil no Mac. O colaborador Rodrigo Muniz escreveu um tutorial sobre o Cloud App faz algum tempo.
Também não consegui usar o recurso auto-salvar, que em tese desobriga o usuários de ficar dando Cmd+S a todo momento para armazenar a versão mais recente do documento. Não funcionou em nenhum aplicativo do iWork, até porque a atualização para liberar esse recurso não estava disponível até a manhã dessa quarta-feira.

Instalando o Lion

Funciona em todos os Macs
O OS X Lion está disponível somente na Mac App Store. Custa US$ 30, o que vai dar menos de R$ 50 pelo sistema.
A Apple americana informou que os donos de Macs que não tenham a sorte de possuir uma banda larga decente em suas casas poderão recorrer às lojas físicas da Apple para baixar os quase 4 GB de instalação do Lion. Como você bem sabe, não tem Apple Store no Brasil. Eu perguntei para o pessoal da Apple por aqui se as lojas parceiras da companhia, como Fnac e Fast Shop, permitiram esse empréstimo do Wi-Fi da loja para baixar o sistema. A resposta foi negativa.
Também nos Estados Unidos, a Apple anunciou que vai vender um pendrive com a imagem de instalação do OS X Lion em setembro por algo na casa dos US$ 60. A Apple do Brasil disse não saber se o mesmo produto será oferecido por aqui.
Portanto, meus caros, é hora de arregaçar a sua conexão baixando o mais novo sistema para o seu Mac.

Conclusão

Gostei do Lion. Mesmo com o desempenho inferior ao do Snow Leopard, traz bons recursos. Com a atualização no sistema operacional, a Apple meio que me força a comprar mais memória para a minha já idosa máquina – algo que eu planejo faz meses.
Nesse artigo eu escrevi sobre aquilo que mais me chamou a atenção no OS X novo, mas há diversos recursos interessantes. A Apple fez uma lista com o top 10 para a WWDC, por sinal; você deveria dar uma olhada.
Gostaria de saber como está sendo a sua experiência de uso do Lion. Utilize a área decomentários para dar a sua opinião. Se tiver alguma dúvida, fique à vontade para fazê-la. Vou tentar responder na medida do possível.

Review: Mac OS X Lion


Usuários de Mac, a espera chega ao fim. Junto com o lançamento de uma nova safra de Macs e o fim dos gloriosos MacBooks White – escrevo esse texto numa dessas máquinas –, a Apple tirou a quarta-feira para finalmente lançar seu mais novo sistema operacional. O Lion está disponível na Mac App Store para download imediato. É só pagar os US$ 30 que a companhia pede pela atualização.

Eu venho testando o Lion faz algumas semanas, desde que a versão Golden Master (aquela que precede a versão final para venda) foi liberada na comunidade de developers da Apple. Creio que, mais uma vez, a companhia acertou nas mudanças que promoveu no OS X para deixá-lo mais palatável e fácil de usar para o usuário leigo ou mediano.
OS Lion
Confira abaixo algumas impressões de uso da sétima iteração do OS X.

Mail

Com a chegada do novo Mail (o cliente de email nativo do OS X), eu pude dar adeus aoSparrow Lite, que eu usava na minha máquina. A apresentação de mensagens em formato de conversações, similar ao que o Gmail tem faz anos, torna o acompanhamento dos assuntos muito mais fácil. Sem falar que a interface em tela cheia do aplicativo agiliza muito a vida de quem tem um notebook e precisa aproveitar cada pequeno pixel que o display oferece.
Minha única reclamação diz respeito às mensagens enviadas por outro aplicativo que não seja o Mail: elas não aparecem nas threads, infelizmente.

Mission Control

A Apple juntou o Exposé e o Spaces numa coisa só. Depois de configurar os cantos dodisplay do meu MacBook para certos atalhos, basta mover o cursor do mouse para o cima e para a esquerda a fim de acionar o Mission Control.
Mission Control em ação
Nele aparecem todos os aplicativos em execução no momento, organizados com as várias janelas de um mesmo software devidamente agrupadas. Não bastasse isso, o Lion me permite criar novas áreas de trabalho – um conceito Windows, eu sei – e movimentar os aplicativos entre elas. É o máximo que se pode obter da experiência de arrastar-e-soltar, que tende a deixar o uso do computador mais intuitivo.
Fora do Mission Control, mas ainda nessa seara de software para gerenciar melhor aplicativos, apareceu o Launchpad. Ele é inspirado no iPad. Todos os apps instalados na máquina são listados em várias páginas. Para abrir, basta clicar. Funciona corretamente no meu MacBook antigo, mas por vezes a animação que traz o Launchpad para cima das demais janelas dá uma engasgada.

Controle invertido da rolagem

Logo nos primeiros minutos com o Lion, parece que controlar as janelas se inverteu. É isso mesmo: a Apple optou por modificar a forma como o trackpad (ou botão de scroll do mouse) controla aquilo que você está visualizando.
Antes do leão chegar, utilizar dois dedos simultaneamente no trackpad com o movimento de cima para baixo fazia a janelar rolar para baixo. “Descer com os dedos para descer a página”. No Lion funciona ao contrário. Movimentar os dois dedos para baixo faz o documento subir para o seu início. E o mesmo vale para a rolagem horizontal: fazer o movimento da direita para a esquerda leva o documento para a direita (e vice-versa).
Num primeiro momento, eu estranhei controlar a rolagem dessa forma. Mas é algo com o qual  a gente acaba se acostumando após algum tempo de uso – menos de um dia, no meu caso. O problema é quando preciso usar o Windows, onde o sistema de rolagem continua do jeito tradicional que todos conhecemos.
Quem não gostar da novidade pode modificar os ajustes de trackpad e mouse para funcionar do jeito.
O Brian Chen, colaborador da Wired, escreveu na análise dele que o controle invertido é o principal demérito do Lion. “A maioria dos gestos similares aos do iPad não se traduzem com eloquência no desktop. Nossos cérebros não estão preparados para mudar a forma da rolagem”. Ele também não gostou do Mission Control e pede o retorno do Exposé. Para o meu editor-chefe Mobilon, rolagem invertida até faz sentido no trackpad, mas não nos mouses com botão de scroll.

Aplicativos em tela cheia

Botão para restaurar tamanho da janela fica na barra de menus da Apple
A Apple sempre se gabou de não oferecer um botão para maximizar janelas (algo que deveria estar restrito aos muitos usuários de Windows). No OS X Lion a coisa muda de figura. Além do Mail renovado, aplicativos como iPhoto e iTunesganharam o modo de exibição em tela cheia. Ele vale à pena porque dá mais espaço para mexer nas fotos ou navegar no acervo musical – ainda mais nos notebooks, que têm menos espaço.
Imagino que esse recurso não seja tão útil para os donos de iMacs, cujas telas têm tamanho mínimo de 21,5″. Sobra espaço para usar vários apps com muita qualidade.

Reabir janelas na próxima sessão

Quando você for encerrar a sua sessão no Mac, o sistema operacional vai perguntar se você quer que as janelas sejam reabertas numa futura sessão. Marcando que sim, o Lion faz o esforço de, no seu próximo login, reabrir todos os aplicativos e janelas nos quais você trabalhava.
Assegure-se de ter uma boa máquina antes de deixar essa caixa marcada
É um bom recurso para quem quer retomar o sistema operacional exatamente do ponto em que parou, porém tenha em mente que vai demandar maior processamento e memória RAM da máquina.

Algumas considerações se fazem necessárias

Meu MacBook White é velho de guerra – faz parte da segunda safra de 2008. Ainda que o seu processador Core 2 Duo 2,4 GHz continue me atendendo bem, dá para perceber que o Lion não voa nele como acontecia no Snow Leopard. Para quem está na mesma situação que eu, a recomendação é fazer o upgrade na memória (4 GB!).
Justamente por ser uma máquina mais antiga, um dos recursos mais bacanas do Lion não é compatível com o meu hardware. O AirDrop, que possibilita o compartilhamento de arquivos entre pessoas próximas, depende de uma antena Wi-Fi mais recente. Não foi possível testá-lo, portanto. Para quem está na mesma situação, dessa vez a recomendação é usar o Cloud Apppara enviar arquivos de forma estupidamente fácil no Mac. O colaborador Rodrigo Muniz escreveu um tutorial sobre o Cloud App faz algum tempo.
Também não consegui usar o recurso auto-salvar, que em tese desobriga o usuários de ficar dando Cmd+S a todo momento para armazenar a versão mais recente do documento. Não funcionou em nenhum aplicativo do iWork, até porque a atualização para liberar esse recurso não estava disponível até a manhã dessa quarta-feira.

Instalando o Lion

Funciona em todos os Macs
O OS X Lion está disponível somente na Mac App Store. Custa US$ 30, o que vai dar menos de R$ 50 pelo sistema.
A Apple americana informou que os donos de Macs que não tenham a sorte de possuir uma banda larga decente em suas casas poderão recorrer às lojas físicas da Apple para baixar os quase 4 GB de instalação do Lion. Como você bem sabe, não tem Apple Store no Brasil. Eu perguntei para o pessoal da Apple por aqui se as lojas parceiras da companhia, como Fnac e Fast Shop, permitiram esse empréstimo do Wi-Fi da loja para baixar o sistema. A resposta foi negativa.
Também nos Estados Unidos, a Apple anunciou que vai vender um pendrive com a imagem de instalação do OS X Lion em setembro por algo na casa dos US$ 60. A Apple do Brasil disse não saber se o mesmo produto será oferecido por aqui.
Portanto, meus caros, é hora de arregaçar a sua conexão baixando o mais novo sistema para o seu Mac.

Conclusão

Gostei do Lion. Mesmo com o desempenho inferior ao do Snow Leopard, traz bons recursos. Com a atualização no sistema operacional, a Apple meio que me força a comprar mais memória para a minha já idosa máquina – algo que eu planejo faz meses.
Nesse artigo eu escrevi sobre aquilo que mais me chamou a atenção no OS X novo, mas há diversos recursos interessantes. A Apple fez uma lista com o top 10 para a WWDC, por sinal; você deveria dar uma olhada.
Gostaria de saber como está sendo a sua experiência de uso do Lion. Utilize a área decomentários para dar a sua opinião. Se tiver alguma dúvida, fique à vontade para fazê-la. Vou tentar responder na medida do possível.