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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Líder republicano se diz otimista com plano para evitar calote dos EUA

Parlamentares devem votar nesta 2ª acordo para elevar teto da dívida.

Prazo para evitar 'calote' termina nesta terça-feira (2).

O líder do Partido Republicano no Senado dos Estados Unidos, Mitch McConnell, afirmou nesta segunda-feira (1ª) que está otimista com a perspectiva de aprovação, pelo Congresso do país, do acordo que pode permitir a elevação do teto da dívida do país e cortar gastos no orçamento.
"Estamos muito otimistas", afirmou ele. "Dará tudo certo".
O vice-presidente Joe Biden também disse ter confiança de que o Congresso aprovará o projeto. "Tenho confiança de que isso vai ser aprovado", afirmou.
A líder do Partido Democrata na Câmara, Nancy Pelosi, no entanto, disse que ainda está indecisa quanto ao plano que, de segundo ele, traz cortes profundos no orçamento, sem que seja requerido "um centavo" dos mais ricos do país.

Já o também republicano Harry Reid, líder do partido no Senado, afirmou estar confiante de que o acordo será aprovado na casa, mas que precisará de apoio dos congressistas dos dois partidos. "Ainda não estou aqui para declarar vitória", disse ele, após encontro com membros do partido. 
Acordo
Após meses de debate, parlamentares republicanos e democratas devem votar nesta segunda-feira o acordo para elevar o limite da dívida dos Estados Unidos e evitar um default [calote]. O prazo para o país elevar seu limite de endividamento termina nesta terça-feira (2).
l
O acordo foi anunciado pelo presidente dos EUA, Barack Obama na noite deste domingo (31) em pronunciamento feito na Casa Branca. O presidente disse que os líderes dos Congresso fecharam uma proposta para elevar o teto da dívida do Tesouro.
Líderes do Senado - com maioria democrata - e a Câmara dos Representantes - liderada pelos republicanos - informaram que apresentarão para suas bases o rascunho do plano nesta segunda-feira, antes da votação final para aprovar o acordo.
O governo dos Estados Unidos corre contra o tempo para não colocar em risco sua credibilidade de bom pagador. Se até amanhã o Congresso não ampliar o limite de dívida pública permitido ao governo, os EUA poderiam ficar sem dinheiro para pagar suas dívidas: ou seja, haveria risco de "calote".
Pronunciamento de Obama"Quero anunciar que os líderes dos dois partidos alcançaram um acordo que vai cortar gastos e evitar um default (termo técnico para o 'calote')", disse o presidente na noite de domingo. "A primeira parte desse acordo vai cortar cerca de US$ 1 trilhão nos próximos dez anos,  cortes com que ambos os partidos concordaram".
O presidente da Câmara dos Deputados, John Boehner, detalhou que a proposta prevê um corte de US$ 917 bilhões nos gastos domésticos ao longo de 10 anos, além da formação de uma comissão para definir mais US$ 1,5 trilhão em redução de gastos até novembro. A proposta formulada por este painel será votada pelo Congresso.
"Este é o acordo que eu preferiria? Não. Acredito que poderíamos ter tomado agora as decisões duras necessárias sobre a reforma nos benefícios sociais e a reforma tributária, em vez de fazâ-lo através de um processo especial de comitê no Congresso", disse Obama.
obama casa branca (Foto: Carolyn Kaster/AP)Barack Obama anuncia o fechamento de acordo na noite deste domingo (1º).  (Foto: Carolyn Kaster/AP)
A elevação do teto da dívida permitiria ao país pegar novos empréstimos e cumprir com pagamentos obrigatórios. Em maio, a dívida pública do país chegou a US$ 14,3 trilhões (cerca de R$ 22,2 trilhões), que é o valor máximo estabelecido por lei. Nos EUA, a responsabilidade de fixar o teto da dívida federal é do Congresso.
'Solução equilibrada'
Em um pronunciamento rápido, Obama afirmou que o processo para fechar o acordo bipartidário foi "bagunçado e levou muito tempo", mas agradeceu aos líderes políticos republicanos e democratas por terem se comprometido.
O presidente também agradeceu ao povo americano por "vozes, e-mails, twitts" que pressionaram os políticos.
Obama destacou que, como resultado do acordo fechado, "os EUA terão o nível mais baixo de gastos domésticos anuais desde que Eisenhower foi presidente", mas ressalvou que ainda assim, é "um nível de cortes que permite fazer investimentos na criação de empregos, educação e pesquisa".  "Também asseguramos que esses cortes não acontecessem de forma tão abrupta. A solução definitiva para o déficit precisa ser equilibrada", acrescentou o presidente.
O líder americano afirmou ainda que apesar da opinião de "alguns republicanos", será necessário "pedir aos americanos mais ricos e às maiores empresas para abrir mão de benefícios fiscais".

Líder republicano se diz otimista com plano para evitar calote dos EUA

Parlamentares devem votar nesta 2ª acordo para elevar teto da dívida.

Prazo para evitar 'calote' termina nesta terça-feira (2).

O líder do Partido Republicano no Senado dos Estados Unidos, Mitch McConnell, afirmou nesta segunda-feira (1ª) que está otimista com a perspectiva de aprovação, pelo Congresso do país, do acordo que pode permitir a elevação do teto da dívida do país e cortar gastos no orçamento.
"Estamos muito otimistas", afirmou ele. "Dará tudo certo".
O vice-presidente Joe Biden também disse ter confiança de que o Congresso aprovará o projeto. "Tenho confiança de que isso vai ser aprovado", afirmou.
A líder do Partido Democrata na Câmara, Nancy Pelosi, no entanto, disse que ainda está indecisa quanto ao plano que, de segundo ele, traz cortes profundos no orçamento, sem que seja requerido "um centavo" dos mais ricos do país.

Já o também republicano Harry Reid, líder do partido no Senado, afirmou estar confiante de que o acordo será aprovado na casa, mas que precisará de apoio dos congressistas dos dois partidos. "Ainda não estou aqui para declarar vitória", disse ele, após encontro com membros do partido. 
Acordo
Após meses de debate, parlamentares republicanos e democratas devem votar nesta segunda-feira o acordo para elevar o limite da dívida dos Estados Unidos e evitar um default [calote]. O prazo para o país elevar seu limite de endividamento termina nesta terça-feira (2).
l
O acordo foi anunciado pelo presidente dos EUA, Barack Obama na noite deste domingo (31) em pronunciamento feito na Casa Branca. O presidente disse que os líderes dos Congresso fecharam uma proposta para elevar o teto da dívida do Tesouro.
Líderes do Senado - com maioria democrata - e a Câmara dos Representantes - liderada pelos republicanos - informaram que apresentarão para suas bases o rascunho do plano nesta segunda-feira, antes da votação final para aprovar o acordo.
O governo dos Estados Unidos corre contra o tempo para não colocar em risco sua credibilidade de bom pagador. Se até amanhã o Congresso não ampliar o limite de dívida pública permitido ao governo, os EUA poderiam ficar sem dinheiro para pagar suas dívidas: ou seja, haveria risco de "calote".
Pronunciamento de Obama"Quero anunciar que os líderes dos dois partidos alcançaram um acordo que vai cortar gastos e evitar um default (termo técnico para o 'calote')", disse o presidente na noite de domingo. "A primeira parte desse acordo vai cortar cerca de US$ 1 trilhão nos próximos dez anos,  cortes com que ambos os partidos concordaram".
O presidente da Câmara dos Deputados, John Boehner, detalhou que a proposta prevê um corte de US$ 917 bilhões nos gastos domésticos ao longo de 10 anos, além da formação de uma comissão para definir mais US$ 1,5 trilhão em redução de gastos até novembro. A proposta formulada por este painel será votada pelo Congresso.
"Este é o acordo que eu preferiria? Não. Acredito que poderíamos ter tomado agora as decisões duras necessárias sobre a reforma nos benefícios sociais e a reforma tributária, em vez de fazâ-lo através de um processo especial de comitê no Congresso", disse Obama.
obama casa branca (Foto: Carolyn Kaster/AP)Barack Obama anuncia o fechamento de acordo na noite deste domingo (1º).  (Foto: Carolyn Kaster/AP)
A elevação do teto da dívida permitiria ao país pegar novos empréstimos e cumprir com pagamentos obrigatórios. Em maio, a dívida pública do país chegou a US$ 14,3 trilhões (cerca de R$ 22,2 trilhões), que é o valor máximo estabelecido por lei. Nos EUA, a responsabilidade de fixar o teto da dívida federal é do Congresso.
'Solução equilibrada'
Em um pronunciamento rápido, Obama afirmou que o processo para fechar o acordo bipartidário foi "bagunçado e levou muito tempo", mas agradeceu aos líderes políticos republicanos e democratas por terem se comprometido.
O presidente também agradeceu ao povo americano por "vozes, e-mails, twitts" que pressionaram os políticos.
Obama destacou que, como resultado do acordo fechado, "os EUA terão o nível mais baixo de gastos domésticos anuais desde que Eisenhower foi presidente", mas ressalvou que ainda assim, é "um nível de cortes que permite fazer investimentos na criação de empregos, educação e pesquisa".  "Também asseguramos que esses cortes não acontecessem de forma tão abrupta. A solução definitiva para o déficit precisa ser equilibrada", acrescentou o presidente.
O líder americano afirmou ainda que apesar da opinião de "alguns republicanos", será necessário "pedir aos americanos mais ricos e às maiores empresas para abrir mão de benefícios fiscais".

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Pagot se despede de funcionários e anuncia demissão, diz Dnit

Diretor do órgão agradeceu dedicação de servidores, disse assessoria.
Em nota, Ministério dos Transportes confirma oficialmente demissão.

A assessoria do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) confirmou nesta segunda-feira (25) que o diretor-geral do órgão, Luiz Antônio Pagot, pediu demissão do cargo.
Segundo a assessoria, Pagot foi ao Dnit na manhã desta segunda, reuniu funcionários que trabalharam com ele, agradeceu pela dedicação e anunciou que havia pedido demissão.

A saída de Pagot foi confirmada em nota pela assessoria do ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos.

"O Ministro de Estado dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, recebeu na manhã de hoje o pedido de cancelamento das férias do diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot, programadas para o período de 25 de julho a 04 de agosto. No mesmo documento, o diretor comunicou que já solicitou à Presidenta da República sua exoneração do cargo de Diretor-Geral do Dnit", registra a nota do ministério.
O G1 entrou em contato por telefone com Pagot e ainda aguarda retorno das ligações.
saiba mais
Mais cedo, o senador Blairo Maggi (PR-MT) já havia confirmado que o diretor do Dnit deveria pedir demissão do cargo.
Blairo é padrinho político de Pagot e conversou com o diretor na última sexta-feira (22). Segundo o senador, o diretor do Dnit está “tranquilo” e deve entregar a carta de demissão ainda nesta segunda.
O diretor afastado do Dnit, Luiz Antônio Pagot, durante audiência em comissão do Senado (Foto: Márcia Kalume / Agência Senado) Luiz Antônio Pagot entregou pedido de demissão
nesta segunda (Foto: Márcia Kalume / Agência
Senado)
“Conversei com ele na sexta. Ele está tranquilo e me disse que vai fazer o pedido de exoneração dele e entregar ainda esta segunda. Ele vai tocar a vida dele”, disse Blairo.
Pagot está de férias desde 4 de julho e vai deixar o cargo quase um mês após o surgimento de denúncias de superfaturamento no Ministério dos Transportes. Ele será o 17º integrante dos quadros dos Transportes a deixar o governo desde o começo da crise.
Os cortes atingiram principalmente servidores que atuavam nas áreas de operações, administração e análise técnica e pessoas ligadas ao PR, partido do ex-ministro Alfredo Nascimento.
A reportagem de "Veja" relatou que representantes do PR, partido ao qual pertencem o ex-ministro Alfredo Nascimento e a maior parte da cúpula do ministério, funcionários da pasta e de órgãos vinculados teriam montado um esquema de superfaturamento de obras e recebimento de propina por meio de empreiteiras.

No dia 6 de julho, então ministro dos Transportes, Nascimento pediu demissão pressionado por suspeitas de que seu filho tenha enriquecido ilicitamente em razão do cargo de ministro. Ao assumir o posto, no dia 12 de julho, o novo ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos afirmou que faria “ajustes” que envolveriam troca de pessoas e modificações em processos da pasta.
Principal foco das irregularidades, o Dnit sofreu seis cortes, a maioria deles em cargos de direção e coordenação. O diretor-executivo do órgão, José Henrique Sadok de Sá, que estava interinamente na direção-geral no lugar de Pagot, foi afastado da função.
Diante das demissões de pessoas ligadas ao PR, o líder do partido na Câmara, Lincoln Portela (MG), disse que está negociando a elaboração de uma nota oficial que irá verbalizar o posicionamento do partido. Para Portela, o PR não pode ser “satanizado”: “Não estou mandando indireta para ninguém. Estou mandando direta mesmo. Em momento algum o PR criticou as saídas. Agora, essa integridade tem de ser adotada com todos. Satanizar o PR está desagradando."
Pagot já admitia saída
No dia 19 de julho, o diretor do Dnit disse ao G1 enxergar a “possibilidade” de deixar o órgão. Pagot disse, no entanto, que aguardava “instruções do Planalto”.
“Estou aguardando instruções do Planalto. A possibilidade que mais me parece é de ser afastado, mas até agora ninguém falou comigo”, disse Pagot que, pela primeira vez, admitiu que pode deixar a função.
Em depoimento no Congresso dias antes, Pagot afirmou que estava de férias e que pretendia continuar no cargo. “Pretendo continuar no Dnit porque comecei a produzir uma reestruturação no Dnit”, disse Pagot na ocasião.

LEIA A NOTA DO MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES:
“NOTA À IMPRENSA
Brasília, 25 de julho de 2011.

O Ministro de Estado dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, recebeu na manhã de hoje o pedido de cancelamento das férias do diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Luiz Antônio Pagot, programadas para o período de 25 de julho a 04 de agosto.
No mesmo documento, o diretor comunicou que já solicitou à Presidenta da República sua exoneração do cargo de Diretor-Geral do DNIT.
Assessoria de Comunicação
Ministério dos Transportes”

Pagot se despede de funcionários e anuncia demissão, diz Dnit

Diretor do órgão agradeceu dedicação de servidores, disse assessoria.
Em nota, Ministério dos Transportes confirma oficialmente demissão.

A assessoria do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) confirmou nesta segunda-feira (25) que o diretor-geral do órgão, Luiz Antônio Pagot, pediu demissão do cargo.
Segundo a assessoria, Pagot foi ao Dnit na manhã desta segunda, reuniu funcionários que trabalharam com ele, agradeceu pela dedicação e anunciou que havia pedido demissão.

A saída de Pagot foi confirmada em nota pela assessoria do ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos.

"O Ministro de Estado dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, recebeu na manhã de hoje o pedido de cancelamento das férias do diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot, programadas para o período de 25 de julho a 04 de agosto. No mesmo documento, o diretor comunicou que já solicitou à Presidenta da República sua exoneração do cargo de Diretor-Geral do Dnit", registra a nota do ministério.
O G1 entrou em contato por telefone com Pagot e ainda aguarda retorno das ligações.
saiba mais
Mais cedo, o senador Blairo Maggi (PR-MT) já havia confirmado que o diretor do Dnit deveria pedir demissão do cargo.
Blairo é padrinho político de Pagot e conversou com o diretor na última sexta-feira (22). Segundo o senador, o diretor do Dnit está “tranquilo” e deve entregar a carta de demissão ainda nesta segunda.
O diretor afastado do Dnit, Luiz Antônio Pagot, durante audiência em comissão do Senado (Foto: Márcia Kalume / Agência Senado) Luiz Antônio Pagot entregou pedido de demissão
nesta segunda (Foto: Márcia Kalume / Agência
Senado)
“Conversei com ele na sexta. Ele está tranquilo e me disse que vai fazer o pedido de exoneração dele e entregar ainda esta segunda. Ele vai tocar a vida dele”, disse Blairo.
Pagot está de férias desde 4 de julho e vai deixar o cargo quase um mês após o surgimento de denúncias de superfaturamento no Ministério dos Transportes. Ele será o 17º integrante dos quadros dos Transportes a deixar o governo desde o começo da crise.
Os cortes atingiram principalmente servidores que atuavam nas áreas de operações, administração e análise técnica e pessoas ligadas ao PR, partido do ex-ministro Alfredo Nascimento.
A reportagem de "Veja" relatou que representantes do PR, partido ao qual pertencem o ex-ministro Alfredo Nascimento e a maior parte da cúpula do ministério, funcionários da pasta e de órgãos vinculados teriam montado um esquema de superfaturamento de obras e recebimento de propina por meio de empreiteiras.

No dia 6 de julho, então ministro dos Transportes, Nascimento pediu demissão pressionado por suspeitas de que seu filho tenha enriquecido ilicitamente em razão do cargo de ministro. Ao assumir o posto, no dia 12 de julho, o novo ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos afirmou que faria “ajustes” que envolveriam troca de pessoas e modificações em processos da pasta.
Principal foco das irregularidades, o Dnit sofreu seis cortes, a maioria deles em cargos de direção e coordenação. O diretor-executivo do órgão, José Henrique Sadok de Sá, que estava interinamente na direção-geral no lugar de Pagot, foi afastado da função.
Diante das demissões de pessoas ligadas ao PR, o líder do partido na Câmara, Lincoln Portela (MG), disse que está negociando a elaboração de uma nota oficial que irá verbalizar o posicionamento do partido. Para Portela, o PR não pode ser “satanizado”: “Não estou mandando indireta para ninguém. Estou mandando direta mesmo. Em momento algum o PR criticou as saídas. Agora, essa integridade tem de ser adotada com todos. Satanizar o PR está desagradando."
Pagot já admitia saída
No dia 19 de julho, o diretor do Dnit disse ao G1 enxergar a “possibilidade” de deixar o órgão. Pagot disse, no entanto, que aguardava “instruções do Planalto”.
“Estou aguardando instruções do Planalto. A possibilidade que mais me parece é de ser afastado, mas até agora ninguém falou comigo”, disse Pagot que, pela primeira vez, admitiu que pode deixar a função.
Em depoimento no Congresso dias antes, Pagot afirmou que estava de férias e que pretendia continuar no cargo. “Pretendo continuar no Dnit porque comecei a produzir uma reestruturação no Dnit”, disse Pagot na ocasião.

LEIA A NOTA DO MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES:
“NOTA À IMPRENSA
Brasília, 25 de julho de 2011.

O Ministro de Estado dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, recebeu na manhã de hoje o pedido de cancelamento das férias do diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Luiz Antônio Pagot, programadas para o período de 25 de julho a 04 de agosto.
No mesmo documento, o diretor comunicou que já solicitou à Presidenta da República sua exoneração do cargo de Diretor-Geral do DNIT.
Assessoria de Comunicação
Ministério dos Transportes”

domingo, 24 de julho de 2011

As Recentes Rebeliões no Oriente Médio e a Irrefreável Revolução das Tecnologias de Comunicação

Exclusão social, miséria, alta carga de impostos, líderes políticos plenamente apartados dos anseios dos cidadãos, e um avanço vertiginoso das tecnologias de informação copiosamente infiltradas em regiões e sociedades até nem tanto tempo assim, simplesmente impermeáveis…Eis aí os condimentos do fumegante caldo de perturbações políticas que andou engrossando avassaladoramente no mundo árabe.

Tunísia, Egito, Argélia, Marrocos, Síria, Líbia, Arábia Saudita, Iêmen, Omã, e Jordânia. Todas estas, nações que abrigaram focos de protestos, em diferentes graus de contundência, num lapso de tempo muito curto – em alguns casos, simultaneamente. Em comum entre elas, além das características gerais supra mencionadas (aliás, não divergentes de boa parte da África e da América Latina), o  solene desinteresse das potências ocidentais na remoção dos respectivos tiranos do poder, seja no sentido de manter governos fortes nestas regiões, que impeçam a migração em massa para a Europa ou EUA,  seja no sentido de garantir a permanência da exploração das fontes de petróleo nos territórios árabes.
Quando o ditador da Tunísia, por exemplo ordenou a matança de dezenas de jovens que protestavam por democracia, o país não sofreu nenhuma sanção por parte das ditas potências. Foram necessárias mais algumas dezenas de mortes, e um alargamento ainda maior da fronteira de respeito aos direitos humanos para que interviessem com medidas de força na Síria e na Líbia.
Bem, há o Irã, propositalmente não relacionado antes entre as nações árabes em ebulição, por, sob certa perspectiva, constituir um caso à parte. Lá, onde “o buraco é mais embaixo”, e as forças governamentais não hesitem em abrir fogo contra quem se oponha ao regime, se por um lado seu líder supostamente eleito tenha merecido condenações severas, manifestadas imediatamente por boa parte do mundo ocidental, por outro, sequer se cogita seriamente uma resposta mais incisiva aos desmandos e atrocidades…Sim, as nações árabes do norte da África e do Oriente Médio, a despeito de muitos aspectos comuns, guardam relevantes (e não poucas) diferenças de ordem étnica, cultural, e mesmo religiosa – cumpre lembrar que os estados são uns mais, outros supra mencionadas menos seculares entre si.
Contudo, o que de fato não é diferente nestes países, bem como em quase todos os outros do planeta, é a inexistência de fronteiras virtuais…nunca é demais lembrar o caso de China, sempre mais e mais rendida ao inextensível alcance da internet, inobstante a inócuas tentativas de restrição a sites ou conteúdos. Quiçá provavelmente apenas na Coréia do Norte a blindagem contra a difusão de informações proporcionadas pela rede mundial de computadores ainda venha resistindo de forma mais robusta que em outros países onde a liberdade constitui artigo de luxo. Mas a experiência vem sugerindo que a rendição incondicional é meramente uma questão de tempo. Pouco tempo, é bom que se diga.
No caso dos recentes conflitos em questão, ficou patente  influência da internet no curso dos eventos – evidentemente, ela por si só, não acendeu o estopim, já que o pavio vinha queimando desde longe, pela desídia dos governantes e as condições aviltantes de vida em sociedade a que eram submetidos os cidadãos. Mas é inconteste o papel das modernas tecnologias de difusão da informação na organização dos protestos e cooptação de aderentes; na divulgação das conseqüências, e por conseguinte, no alastramento dos focos de rebelião, já que indubitavelmente a notícia de tais episódios, e um eventual caso de êxito, constituem combustíveis naturais e extremamente voláteis para  a propagação das manifestações.
Segundo se apurou, a coordenação dos protestos se deu em todos os casos, através das redes sociais da internet, mormente pela juventude de classe pobre e média, com parte significativa da “imprensa de situação” classificando-os como atos de violência perpetrados pelo fundamentalismo islâmico…Bem, se de fato, o que virá depois disso servirá realmente aos interesses de radicais islâmicos, ou outra categoria qualquer de déspotas cruéis; se isto afetará mais ou menos às pretensões econômicas das potências industrializadas do ocidente; ou, se de fato todo o sangue vertido nestes episódios  lavrará uma nova era de liberdade e dignidade social para os cidadãos dos respectivos países  (hipótese lamentavelmente mais ideal que provável); Nada disso é indiscutível. O que não se discute é o fato perene, de que, nestes tempos em que qualquer um, no recesso do seu quarto, pode ser articulista de idéias que afetam tanto à sua comunidade, quanto outras situadas quiçá do outro lado do planeta; em que qualquer um com um aparelho celular pode ser o repórter de sua própria realidade, captando um flagrante e difundido-o (com resenha) em segundos pelo mundo todo; nestes tempos, a vida ditaduras de fato ou “de direito” é muito mais espinhosa que em tempos idos, fazendo-se necessário um dispêndio incomensuravelmente maior de energia (na forma de exércitos e munições) apenas para que modernos senhores feudais mantenham os servos sob cabresto.

As Recentes Rebeliões no Oriente Médio e a Irrefreável Revolução das Tecnologias de Comunicação

Exclusão social, miséria, alta carga de impostos, líderes políticos plenamente apartados dos anseios dos cidadãos, e um avanço vertiginoso das tecnologias de informação copiosamente infiltradas em regiões e sociedades até nem tanto tempo assim, simplesmente impermeáveis…Eis aí os condimentos do fumegante caldo de perturbações políticas que andou engrossando avassaladoramente no mundo árabe.

Tunísia, Egito, Argélia, Marrocos, Síria, Líbia, Arábia Saudita, Iêmen, Omã, e Jordânia. Todas estas, nações que abrigaram focos de protestos, em diferentes graus de contundência, num lapso de tempo muito curto – em alguns casos, simultaneamente. Em comum entre elas, além das características gerais supra mencionadas (aliás, não divergentes de boa parte da África e da América Latina), o  solene desinteresse das potências ocidentais na remoção dos respectivos tiranos do poder, seja no sentido de manter governos fortes nestas regiões, que impeçam a migração em massa para a Europa ou EUA,  seja no sentido de garantir a permanência da exploração das fontes de petróleo nos territórios árabes.
Quando o ditador da Tunísia, por exemplo ordenou a matança de dezenas de jovens que protestavam por democracia, o país não sofreu nenhuma sanção por parte das ditas potências. Foram necessárias mais algumas dezenas de mortes, e um alargamento ainda maior da fronteira de respeito aos direitos humanos para que interviessem com medidas de força na Síria e na Líbia.
Bem, há o Irã, propositalmente não relacionado antes entre as nações árabes em ebulição, por, sob certa perspectiva, constituir um caso à parte. Lá, onde “o buraco é mais embaixo”, e as forças governamentais não hesitem em abrir fogo contra quem se oponha ao regime, se por um lado seu líder supostamente eleito tenha merecido condenações severas, manifestadas imediatamente por boa parte do mundo ocidental, por outro, sequer se cogita seriamente uma resposta mais incisiva aos desmandos e atrocidades…Sim, as nações árabes do norte da África e do Oriente Médio, a despeito de muitos aspectos comuns, guardam relevantes (e não poucas) diferenças de ordem étnica, cultural, e mesmo religiosa – cumpre lembrar que os estados são uns mais, outros supra mencionadas menos seculares entre si.
Contudo, o que de fato não é diferente nestes países, bem como em quase todos os outros do planeta, é a inexistência de fronteiras virtuais…nunca é demais lembrar o caso de China, sempre mais e mais rendida ao inextensível alcance da internet, inobstante a inócuas tentativas de restrição a sites ou conteúdos. Quiçá provavelmente apenas na Coréia do Norte a blindagem contra a difusão de informações proporcionadas pela rede mundial de computadores ainda venha resistindo de forma mais robusta que em outros países onde a liberdade constitui artigo de luxo. Mas a experiência vem sugerindo que a rendição incondicional é meramente uma questão de tempo. Pouco tempo, é bom que se diga.
No caso dos recentes conflitos em questão, ficou patente  influência da internet no curso dos eventos – evidentemente, ela por si só, não acendeu o estopim, já que o pavio vinha queimando desde longe, pela desídia dos governantes e as condições aviltantes de vida em sociedade a que eram submetidos os cidadãos. Mas é inconteste o papel das modernas tecnologias de difusão da informação na organização dos protestos e cooptação de aderentes; na divulgação das conseqüências, e por conseguinte, no alastramento dos focos de rebelião, já que indubitavelmente a notícia de tais episódios, e um eventual caso de êxito, constituem combustíveis naturais e extremamente voláteis para  a propagação das manifestações.
Segundo se apurou, a coordenação dos protestos se deu em todos os casos, através das redes sociais da internet, mormente pela juventude de classe pobre e média, com parte significativa da “imprensa de situação” classificando-os como atos de violência perpetrados pelo fundamentalismo islâmico…Bem, se de fato, o que virá depois disso servirá realmente aos interesses de radicais islâmicos, ou outra categoria qualquer de déspotas cruéis; se isto afetará mais ou menos às pretensões econômicas das potências industrializadas do ocidente; ou, se de fato todo o sangue vertido nestes episódios  lavrará uma nova era de liberdade e dignidade social para os cidadãos dos respectivos países  (hipótese lamentavelmente mais ideal que provável); Nada disso é indiscutível. O que não se discute é o fato perene, de que, nestes tempos em que qualquer um, no recesso do seu quarto, pode ser articulista de idéias que afetam tanto à sua comunidade, quanto outras situadas quiçá do outro lado do planeta; em que qualquer um com um aparelho celular pode ser o repórter de sua própria realidade, captando um flagrante e difundido-o (com resenha) em segundos pelo mundo todo; nestes tempos, a vida ditaduras de fato ou “de direito” é muito mais espinhosa que em tempos idos, fazendo-se necessário um dispêndio incomensuravelmente maior de energia (na forma de exércitos e munições) apenas para que modernos senhores feudais mantenham os servos sob cabresto.

sábado, 23 de julho de 2011

Diretor do Dnit ligado ao PT pede demissão do cargo

BRASÍLIA (Reuters) - O diretor de Infraestrutura Rodoviária do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, Hideraldo Caron, pediu demissão do cargo nesta sexta-feira, informou nota do Ministério dos Transportes.

A saída de Caron é o mais recente desdobramento da crise na pasta, iniciada após denúncias de corrupção em obras de responsabilidade do ministério neste mês.
Ligado ao PT, Caron vinha tendo sua cabeça pedida por integrantes do PR, sigla que domina os cargos no Ministério dos Transportes.
Os membros do Partido da República reclamavam do fato de apenas integrantes da sigla serem demitidos de cargos nos Transportes após a onda de denúncias em obras da pasta.
(Reportagem de Leonardo Goy)

Diretor do Dnit ligado ao PT pede demissão do cargo

BRASÍLIA (Reuters) - O diretor de Infraestrutura Rodoviária do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, Hideraldo Caron, pediu demissão do cargo nesta sexta-feira, informou nota do Ministério dos Transportes.

A saída de Caron é o mais recente desdobramento da crise na pasta, iniciada após denúncias de corrupção em obras de responsabilidade do ministério neste mês.
Ligado ao PT, Caron vinha tendo sua cabeça pedida por integrantes do PR, sigla que domina os cargos no Ministério dos Transportes.
Os membros do Partido da República reclamavam do fato de apenas integrantes da sigla serem demitidos de cargos nos Transportes após a onda de denúncias em obras da pasta.
(Reportagem de Leonardo Goy)

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Riva diz que jornalista relatou ameaças; Jayme destaca exemplo profissional


O presidente da Assembleia, deputado José Riva (PP), disse que a morte de Auro "deixa um vazio na imprensa, entre os amigos e colegas de profissão e, principalmente, na família, uma vez que o jornalista era um dos mais experientes profissionais da mídia mato-grossense.  Riva apontou ainda que Auro, "além de um grande amigo, era um excelente profissional e deixa uma lacuna no jornalismo de Mato Grosso, justamente porque era um dos grandes formadores de opinião e crítico da política regional". O deputado José Riva cobra das autoridades policiais agilidade na apuração desse crime. De acordo com o presidente do parlamento, "Auro Ida por várias vezes manifestou que estava sofrendo ameaças". Não foram fornecidos mais detalhes.

Clique aqui e veja vídeo com mais detalhes sobre o crime
O senador e ex-governador Jayme Campos divulgou nota lamentando o assassinato do jornalista Auro Ida, 53 anos, em Cuiabá. "Além de homem correto, profissional de alto gabarito, Auro representa um símbolo do jornalismo político mato-grossense, tanto pela sua capacidade intelectual, quanto pelo reconhecimento de seu elevado espírito democrático. Perde Mato Grosso uma bússola na compreensão de sua própria natureza institucional, pois Auro Ida sabia interpretar como poucos os signos da política regional. Fica agora seu legado para as futuras gerações, principalmente para a imprensa mato-grossense, que deve tê-lo, doravante, como um exemplo a ser seguido", declarou Jayme.
O secretário de Comunicação do Palácio Paiaguás, jornalista Osmar Carvalo, observou que "com a morte do jornalista Auro Ida, o jornalismo de Mato Grosso perde uma de suas grandes referências. Trabalhamos juntos, há mais de 20 anos, no jornal O Estado de Mato Grosso. Desde então, estabelecemos uma relação de amizade e companheirismo", disse o secretário, ao Midia News.
Conforme Só Notícias já informou, o jornalista foi assassinado em um bairro da periferia em Cuiabá. A versão que a polícia é que ele estava com a namorada quando um homem chegou, de bicicleta, armado com uma pistola, e fez vários disparos. Auro não resistiu.
O governador Silval Barbosa determinou para a Polícia Civil apuração rigorosa do caso para prender o assassino que está foragido.
O delegado Andre Gonçalves, que esteve no local do crime, disse para a TV Gazeta, que o jornalista levou um tiro na boca e 3 nas costas, de pistola 380. "A pessoa que estava ao lado da vítima, pelo que ela ouviu do executor, não se falou em assalto em subtração de nada. Simplesmente chegou, abordou, pediu para ela sair do veículo e passou a efetuar os disparos", relatou o delegado.
Auro Ida tinha 53 anos, foi velado na Capela Jardins, sala das Orquídeas, em Cuiabá, e sepultado esta tarde.

Riva diz que jornalista relatou ameaças; Jayme destaca exemplo profissional


O presidente da Assembleia, deputado José Riva (PP), disse que a morte de Auro "deixa um vazio na imprensa, entre os amigos e colegas de profissão e, principalmente, na família, uma vez que o jornalista era um dos mais experientes profissionais da mídia mato-grossense.  Riva apontou ainda que Auro, "além de um grande amigo, era um excelente profissional e deixa uma lacuna no jornalismo de Mato Grosso, justamente porque era um dos grandes formadores de opinião e crítico da política regional". O deputado José Riva cobra das autoridades policiais agilidade na apuração desse crime. De acordo com o presidente do parlamento, "Auro Ida por várias vezes manifestou que estava sofrendo ameaças". Não foram fornecidos mais detalhes.

Clique aqui e veja vídeo com mais detalhes sobre o crime
O senador e ex-governador Jayme Campos divulgou nota lamentando o assassinato do jornalista Auro Ida, 53 anos, em Cuiabá. "Além de homem correto, profissional de alto gabarito, Auro representa um símbolo do jornalismo político mato-grossense, tanto pela sua capacidade intelectual, quanto pelo reconhecimento de seu elevado espírito democrático. Perde Mato Grosso uma bússola na compreensão de sua própria natureza institucional, pois Auro Ida sabia interpretar como poucos os signos da política regional. Fica agora seu legado para as futuras gerações, principalmente para a imprensa mato-grossense, que deve tê-lo, doravante, como um exemplo a ser seguido", declarou Jayme.
O secretário de Comunicação do Palácio Paiaguás, jornalista Osmar Carvalo, observou que "com a morte do jornalista Auro Ida, o jornalismo de Mato Grosso perde uma de suas grandes referências. Trabalhamos juntos, há mais de 20 anos, no jornal O Estado de Mato Grosso. Desde então, estabelecemos uma relação de amizade e companheirismo", disse o secretário, ao Midia News.
Conforme Só Notícias já informou, o jornalista foi assassinado em um bairro da periferia em Cuiabá. A versão que a polícia é que ele estava com a namorada quando um homem chegou, de bicicleta, armado com uma pistola, e fez vários disparos. Auro não resistiu.
O governador Silval Barbosa determinou para a Polícia Civil apuração rigorosa do caso para prender o assassino que está foragido.
O delegado Andre Gonçalves, que esteve no local do crime, disse para a TV Gazeta, que o jornalista levou um tiro na boca e 3 nas costas, de pistola 380. "A pessoa que estava ao lado da vítima, pelo que ela ouviu do executor, não se falou em assalto em subtração de nada. Simplesmente chegou, abordou, pediu para ela sair do veículo e passou a efetuar os disparos", relatou o delegado.
Auro Ida tinha 53 anos, foi velado na Capela Jardins, sala das Orquídeas, em Cuiabá, e sepultado esta tarde.

Sindicato diz que não suspenderá greve de policiais em Mato Grosso


O presidente do Sindicato dos Investigadores da Polícia Judiciária Civil (Siagespoc), Clédison Gonçalves da Silva, afirmou que não cumprirá a decisão judicial que apontou a ilegalidade do movimento grevista e determinou a retomada dos trabalhos. Em nota publicada no site do sindicato, o presidente aponta que "não iremos suspender o nosso movimento, fomos nós quem decidimos que deveríamos deflagrar o movimento, portanto só nós temos o poder legitímo para por fim".

O presidente critica ainda a decisão do poder judiciário, considerando-a absurda e pede para categoria que use dessa decisão como incentivo para que a luta em busca de melhores salários continue. "Infelizmente, o Judiciário que deveria ser um poder independente não demonstra em momento algum esta independência quando tem que julgar qualquer matéria que envolve o Estado", destacou na nota.
Em outro trecho, Clédison cita que "temos certeza que "Deus" fará a verdadeira justiça contra aqueles que deveriam julgar com imparcialidade e não o fazem". Uma assembleia geral entre investigadores e escrivães deverá ser marcada para discutir quais serão as próximas medidas a serem adotadas.
A greve dos policiais foi iniciada em 1º de julho. Na última quarta-feira (13), foi paralisada para negociações e, o movimento acabou retomado terça (19). A categoria considerou "indecente" a proposta salarial apresentada pelo governo do Estado, que previa salário de R$ 2.460 a partir de dezembro deste ano, para iniciantes, chegando, em maio de 2014, a R$ 3.274.49. Atualmente, o salário aplicado é de R$ 2,3 mil para início de carreira.
Sem acordos, a decisão de paralisação foi unânime e apenas 30% do efetivo mantém os trabalhos, como previsto em lei. Nesta quinta-feira, a Justiça Estadual considerou ilegal a greve da categoria e estipulou multa diária de R$ 20 mil ao sindicato caso os policiais não retomem as atividades.
Com a paralisação, investigações não estão sendo feitas e vários inquéritos aguardam conclusão. Em Sinop, conforme Só Notícias informou, são mais de 2 mil procedimentos que estão em andamento atualmente e acabam sendo prejudicados pelo movimento grevista.

Sindicato diz que não suspenderá greve de policiais em Mato Grosso


O presidente do Sindicato dos Investigadores da Polícia Judiciária Civil (Siagespoc), Clédison Gonçalves da Silva, afirmou que não cumprirá a decisão judicial que apontou a ilegalidade do movimento grevista e determinou a retomada dos trabalhos. Em nota publicada no site do sindicato, o presidente aponta que "não iremos suspender o nosso movimento, fomos nós quem decidimos que deveríamos deflagrar o movimento, portanto só nós temos o poder legitímo para por fim".

O presidente critica ainda a decisão do poder judiciário, considerando-a absurda e pede para categoria que use dessa decisão como incentivo para que a luta em busca de melhores salários continue. "Infelizmente, o Judiciário que deveria ser um poder independente não demonstra em momento algum esta independência quando tem que julgar qualquer matéria que envolve o Estado", destacou na nota.
Em outro trecho, Clédison cita que "temos certeza que "Deus" fará a verdadeira justiça contra aqueles que deveriam julgar com imparcialidade e não o fazem". Uma assembleia geral entre investigadores e escrivães deverá ser marcada para discutir quais serão as próximas medidas a serem adotadas.
A greve dos policiais foi iniciada em 1º de julho. Na última quarta-feira (13), foi paralisada para negociações e, o movimento acabou retomado terça (19). A categoria considerou "indecente" a proposta salarial apresentada pelo governo do Estado, que previa salário de R$ 2.460 a partir de dezembro deste ano, para iniciantes, chegando, em maio de 2014, a R$ 3.274.49. Atualmente, o salário aplicado é de R$ 2,3 mil para início de carreira.
Sem acordos, a decisão de paralisação foi unânime e apenas 30% do efetivo mantém os trabalhos, como previsto em lei. Nesta quinta-feira, a Justiça Estadual considerou ilegal a greve da categoria e estipulou multa diária de R$ 20 mil ao sindicato caso os policiais não retomem as atividades.
Com a paralisação, investigações não estão sendo feitas e vários inquéritos aguardam conclusão. Em Sinop, conforme Só Notícias informou, são mais de 2 mil procedimentos que estão em andamento atualmente e acabam sendo prejudicados pelo movimento grevista.

Acusado de agredir esposa é preso escondido embaixo do sofá em MT


Policiais Civis da Delegacia Regional de Juína prenderam, ontem, um homem pelo descumprimento de medidas protetivas imposta pelo juiz da 2ª Vara da Comarca do município, após praticar violência doméstica contra sua esposa. J.A.S., 30 anos, foi denunciado pela vítima, que em depoimento afirmou sofrer agressões física e psicológica por parte do marido. Por motivo fútil, ele tentou matá-la a golpes de faca no braço e nos seios.


Ao saber que a esposa o denunciou à polícia, ele fugiu da cidade. A vítima com medo da reação do suspeito, ficou morando em um convento na cidade para se proteger. Ontem, o acusado retornou a sua residência no intuito de aguardar a vítima e acertar as contas. Após denúncia de que ele havia retornado para casa, investigadores se deslocaram até o local, onde encontraram o acusado embaixo do sofá.

Conduzido à cadeia da cidade, o acusado irá responder pelos crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher (Maria da Penha), lesão corporal e tentativa de homicídio.

Acusado de agredir esposa é preso escondido embaixo do sofá em MT


Policiais Civis da Delegacia Regional de Juína prenderam, ontem, um homem pelo descumprimento de medidas protetivas imposta pelo juiz da 2ª Vara da Comarca do município, após praticar violência doméstica contra sua esposa. J.A.S., 30 anos, foi denunciado pela vítima, que em depoimento afirmou sofrer agressões física e psicológica por parte do marido. Por motivo fútil, ele tentou matá-la a golpes de faca no braço e nos seios.


Ao saber que a esposa o denunciou à polícia, ele fugiu da cidade. A vítima com medo da reação do suspeito, ficou morando em um convento na cidade para se proteger. Ontem, o acusado retornou a sua residência no intuito de aguardar a vítima e acertar as contas. Após denúncia de que ele havia retornado para casa, investigadores se deslocaram até o local, onde encontraram o acusado embaixo do sofá.

Conduzido à cadeia da cidade, o acusado irá responder pelos crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher (Maria da Penha), lesão corporal e tentativa de homicídio.

Greve da Polícia Civil pode atrasar investigações sobre morte de jornalista


Apesar das especulações que envolvem o assassinato do jornalista Auro Ida, 53, ocorrido, hoje de madrugada, no bairro Jardim Fortaleza, em Cuiabá, a Polícia Civil já traçou uma linha de investigação do crime envolto de mistérios como passional, uma vez que o jornalista estaria namorando com a jovem Bianca Correa Souza, 19 anos, que já terminou um relacionamento recente. Ambos estavam dentro do veículo Fiat Pálio antes de um homem chegar de bicicleta e disparar vários tiros de pistola 380 contra Ida. O assassino teria pedido para a mulher sair do carro antes de efetuar os 6 disparos que atingiram Ida na face, nuca e tórax. Depois foi embora de bicicleta.


Principal suspeito, o ex-marido de Bianca já foi ouvido pelo delegado André Gonçalves e negou envolvimento. Também não esboçou reações de nervosismo, fazendo com que fosse descartado a princípio, como suspeito do assassinato. Delegado titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Antônio Garcia, lembra que com a greve dos escrivães e investigadores, o inquérito não tem data para ser concluído. Mas garante que outras pessoas supostamente envolvidas com a mulher, serão chamados para depor no decorrer das investigações.

De acordo com Garcia, o jornalista foi atingido por pelo menos 6 tiros, sendo um na boca e 3 no tórax. Seis estojos de bala foram localizados no lado externo do carro. Questionado se existem características de crime de mando, o delegado diz que no momento nada é descartado, mas ressalta os indícios morte passional. Ele também acredita que o assassino seja morador da região ou das proximidades, por praticar o crime e foragir em uma bicicleta sem medo de ser preso em flagrante.

Natural do Paraná, Auro Ida morava em Mato Grosso há 28 anos, e por último atuava como consultor político e colunista. Ele também já exerceu a função de ex-secretário de Comunicação da prefeitura e da Câmara de Cuiabá, trabalhou em vários veículos de comunicação de Cuiabá, entre eles, como repórter de política de A Gazeta.

Greve da Polícia Civil pode atrasar investigações sobre morte de jornalista


Apesar das especulações que envolvem o assassinato do jornalista Auro Ida, 53, ocorrido, hoje de madrugada, no bairro Jardim Fortaleza, em Cuiabá, a Polícia Civil já traçou uma linha de investigação do crime envolto de mistérios como passional, uma vez que o jornalista estaria namorando com a jovem Bianca Correa Souza, 19 anos, que já terminou um relacionamento recente. Ambos estavam dentro do veículo Fiat Pálio antes de um homem chegar de bicicleta e disparar vários tiros de pistola 380 contra Ida. O assassino teria pedido para a mulher sair do carro antes de efetuar os 6 disparos que atingiram Ida na face, nuca e tórax. Depois foi embora de bicicleta.


Principal suspeito, o ex-marido de Bianca já foi ouvido pelo delegado André Gonçalves e negou envolvimento. Também não esboçou reações de nervosismo, fazendo com que fosse descartado a princípio, como suspeito do assassinato. Delegado titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Antônio Garcia, lembra que com a greve dos escrivães e investigadores, o inquérito não tem data para ser concluído. Mas garante que outras pessoas supostamente envolvidas com a mulher, serão chamados para depor no decorrer das investigações.

De acordo com Garcia, o jornalista foi atingido por pelo menos 6 tiros, sendo um na boca e 3 no tórax. Seis estojos de bala foram localizados no lado externo do carro. Questionado se existem características de crime de mando, o delegado diz que no momento nada é descartado, mas ressalta os indícios morte passional. Ele também acredita que o assassino seja morador da região ou das proximidades, por praticar o crime e foragir em uma bicicleta sem medo de ser preso em flagrante.

Natural do Paraná, Auro Ida morava em Mato Grosso há 28 anos, e por último atuava como consultor político e colunista. Ele também já exerceu a função de ex-secretário de Comunicação da prefeitura e da Câmara de Cuiabá, trabalhou em vários veículos de comunicação de Cuiabá, entre eles, como repórter de política de A Gazeta.

Jornalista é sepultado; sindicato quer PF apurando crime

  O corpo de Auro Ida foi sepultado, há instantes, em Cuiabá. Familiares, amigos, profissionais de imprensa e diretores de meios de comunicação foram dar o último adeus a um dos mais brilhantes jornalistas de Mato Grosso. Ele foi velado na capela de uma funerária onde estiveram o vice-governador Chico Daltro, o deputado federal Julio Campos (DEM), o ex-prefeito de Cuiabá Roberto França, o diretor de Planejamento da Copa Yênes Magalhães e alguns vereadores.
Uma comissão formada por representantes do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso e o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Ussiel Tavares, se reúne segunda-feira para cobrar rigor nas investigações sobre o assassinato, já que a Polícia Civil está em greve e informou que o inquérito só terá desdobramentos quando a paralisação for suspensa, o que ainda não tem data definida.
Presidente do sindicato, Téo Meneses, explica que vai ser protocolado pedido de investigação na Polícia Federal, pois haveria rumores que o crime poderia ter outras motivações, como possíveis retaliações devido investigações de matérias jornalisticas, que Ida estaria apurando. Inicialmente, a Polícia Civil investiga possível motivação passional já que nada foi levado de Auro, que estava no carro, com a namorada, quando levou ao menos 4 tiros de pistola 380.
Conforme Só Notícias já informou, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva (PP) apontou hoje, em nota à imprensa, que "Auro Ida por várias vezes manifestou que estava sofrendo ameaças". Não foram mencionados detalhes das supostas ameaças ao jornalista que era especializado na cobertura de assuntos políticos no Estado.

Jornalista é sepultado; sindicato quer PF apurando crime

  O corpo de Auro Ida foi sepultado, há instantes, em Cuiabá. Familiares, amigos, profissionais de imprensa e diretores de meios de comunicação foram dar o último adeus a um dos mais brilhantes jornalistas de Mato Grosso. Ele foi velado na capela de uma funerária onde estiveram o vice-governador Chico Daltro, o deputado federal Julio Campos (DEM), o ex-prefeito de Cuiabá Roberto França, o diretor de Planejamento da Copa Yênes Magalhães e alguns vereadores.
Uma comissão formada por representantes do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso e o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil Ussiel Tavares, se reúne segunda-feira para cobrar rigor nas investigações sobre o assassinato, já que a Polícia Civil está em greve e informou que o inquérito só terá desdobramentos quando a paralisação for suspensa, o que ainda não tem data definida.
Presidente do sindicato, Téo Meneses, explica que vai ser protocolado pedido de investigação na Polícia Federal, pois haveria rumores que o crime poderia ter outras motivações, como possíveis retaliações devido investigações de matérias jornalisticas, que Ida estaria apurando. Inicialmente, a Polícia Civil investiga possível motivação passional já que nada foi levado de Auro, que estava no carro, com a namorada, quando levou ao menos 4 tiros de pistola 380.
Conforme Só Notícias já informou, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado José Riva (PP) apontou hoje, em nota à imprensa, que "Auro Ida por várias vezes manifestou que estava sofrendo ameaças". Não foram mencionados detalhes das supostas ameaças ao jornalista que era especializado na cobertura de assuntos políticos no Estado.

Sem escrivães delegacia não oficializa depoimentos sobre morte de jornalista

  Nenhum depoimento do inquérito da morte do jornalista Auro Ida foi oficializado devido a greve dos investigadores e escrivães de Mato Grosso. O titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Antônio Garcia, explica que será preciso convencer os escrivães primeiro.


Mesmo com a falta de servidores, ele afirma que o trabalho para elucidação do caso contínua. As pessoas estão sendo ouvidas de forma extra-oficial e a Polícia investiga as denúncias que chegam até o órgão.Na tarde de ontem, houve um reunião entre os diretores da Polícia Civil para traçar estratégias para que os inquéritos de homicídio sigam o curso normal, sem serem prejudicados com a greve.

O Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso não descarta a possibilidade de pedir auxílio da Polícia Federal (PF) nas investigações. Auro Ida foi morto às 23h desta quinta-feira (21) no bairro Jardim Fortaleza, na região do Coxipó, em Cuiabá. Ele foi atingido por 6 disparos, sendo que 4 atingiram o tórax e os demais foram na boca e na nuca. A Polícia trabalha com a hipótese de crime passional (movido pela paixão) já que nenhum dos objetos pessoais da vítima foi retirado do carro.

Conforme informações da DHPP, a execução aconteceu na frente da casa da namorada dele, Bianca Correa Souza, 19. O jornalista tinha ido ao shopping com ela e o cunhado.Quando ele foi levá-la em casa, o rapaz desceu do carro e entrou no imóvel, deixando o casal conversando no veículo. Na ocasião, um homem, em uma bicicleta aproximou-se. Ele estava armado e mandou a mulher entrar em casa. Em seguida, disparou contra a vítima.Bianca afirma que não viu características físicas do suspeito e garante que a voz dele não é familiar.