quarta-feira, 8 de dezembro de 2010



sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Calor do escapamento gera eletricidade e diminui consumo do carro


Pesquisadores estão desenvolvendo um sistema que usa o calor do escapamento de um carro para gerar eletricidade, reduzindo o consumo de combustível do veículo.

Xianfan Xu, da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, afirma que a eletricidade gerada a partir do calor do escapamento é suficiente para recarregar as baterias do carro.

Em um carro comum, isso equivale a dispensar a carga representada pelo alternador, que consome uma parte da potência do motor para manter as baterias carregadas.

Em um carro híbrido, a energia pode ser usada da mesma forma que o sistema KERS da Fórmula 1.

Calor do escapamento vira eletricidade e diminui consumo do carroO desempenho dos materiais termoelétricos é aferido com o uso de lasers de alta potência, aqui operados pela pesquisadora Yaguo Wang.[Imagem: Mark Simons/Purdue]



Materiais termoelétricos

A equipe está desenvolvendo uma nova geração de materiais termoelétricos - materiais que geram eletricidade a partir de um diferencial de temperatura.

O protótipo, que está sendo construído em parceria com a GM, será instalado no sistema de exaustão, depois do conversor catalítico, aproveitando os gases que chegam até lá a cerca de 700 graus Celsius.

Os materiais termoelétricos conhecidos atualmente não conseguem suportar as temperaturas mais elevadas no interior do próprio catalisador, que alcançam até 1.000 graus Celsius.

Segundo os cálculos dos cientistas, a energia gerada a partir do calor do escapamento será capaz de gerar uma economia de combustível de 5%. Quando os materiais termoelétricos de alta temperatura (~1.000º C) já estiverem disponíveis, a economia pode saltar para 10%.

Transferência de calor

O material termoelétrico está contido em pequenas pastilhas, com poucos centímetros de largura, projetadas em formatos especiais para se encaixarem no interior das tubulações.

"Elas são otimizadas para funcionar de forma eficiente a diferentes temperaturas, que vão caindo conforme o gás flui ao longo do sistema de escapamento," explica Xu.

Transformar o calor em eletricidade não é o único desafio do projeto. Os cientistas estão tendo que ajustar os materiais usados nas pastilhas e no próprio sistema de exaustão para minimizar as diferenças de expansão e contração de cada material quando eles se aquecem e se resfriam.

Outra dificuldade é desenvolver materiais que sejam pobres condutores de calor. O material termoelétrico gera eletricidade quando há diferença de temperatura entre suas duas faces: se o calor fluir muito rapidamente de um lado para o outro, sua eficiência cai dramaticamente.

"O maior desafio é o projeto em nível de sistema - como otimizar tudo para conseguir o maior calor possível do sistema de exaustão," diz Xu. "O escapamento do carro tem que transferir o maior calor possível para o material."

Metais misturados

Os pesquisadores estão usando primariamente um material chamado escuterudita (skutterudite), um mineral natural que é um arseneto de cobalto - formado por cobalto, arsênio, níquel e ferro.

Os cientistas descobriram que a adição de elementos de terras raras - lantânio, césio, neodímio e érbio - reduzem a condutividade termal da escuterudita.

Mas como os elementos de terras raras puros são muito caros, o grupo está tentando substituí-los por uma mistura dessa família, reunidos em ligas conhecidas como mischmetals (do alemão "metais misturados").

Cientistas alemães, em um trabalho independente, também estão tentando aproveitar o calor do escapamento dos automóveis para aposentar o alternador.

Calor do escapamento gera eletricidade e diminui consumo do carro


Pesquisadores estão desenvolvendo um sistema que usa o calor do escapamento de um carro para gerar eletricidade, reduzindo o consumo de combustível do veículo.

Xianfan Xu, da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, afirma que a eletricidade gerada a partir do calor do escapamento é suficiente para recarregar as baterias do carro.

Em um carro comum, isso equivale a dispensar a carga representada pelo alternador, que consome uma parte da potência do motor para manter as baterias carregadas.

Em um carro híbrido, a energia pode ser usada da mesma forma que o sistema KERS da Fórmula 1.

Calor do escapamento vira eletricidade e diminui consumo do carroO desempenho dos materiais termoelétricos é aferido com o uso de lasers de alta potência, aqui operados pela pesquisadora Yaguo Wang.[Imagem: Mark Simons/Purdue]



Materiais termoelétricos

A equipe está desenvolvendo uma nova geração de materiais termoelétricos - materiais que geram eletricidade a partir de um diferencial de temperatura.

O protótipo, que está sendo construído em parceria com a GM, será instalado no sistema de exaustão, depois do conversor catalítico, aproveitando os gases que chegam até lá a cerca de 700 graus Celsius.

Os materiais termoelétricos conhecidos atualmente não conseguem suportar as temperaturas mais elevadas no interior do próprio catalisador, que alcançam até 1.000 graus Celsius.

Segundo os cálculos dos cientistas, a energia gerada a partir do calor do escapamento será capaz de gerar uma economia de combustível de 5%. Quando os materiais termoelétricos de alta temperatura (~1.000º C) já estiverem disponíveis, a economia pode saltar para 10%.

Transferência de calor

O material termoelétrico está contido em pequenas pastilhas, com poucos centímetros de largura, projetadas em formatos especiais para se encaixarem no interior das tubulações.

"Elas são otimizadas para funcionar de forma eficiente a diferentes temperaturas, que vão caindo conforme o gás flui ao longo do sistema de escapamento," explica Xu.

Transformar o calor em eletricidade não é o único desafio do projeto. Os cientistas estão tendo que ajustar os materiais usados nas pastilhas e no próprio sistema de exaustão para minimizar as diferenças de expansão e contração de cada material quando eles se aquecem e se resfriam.

Outra dificuldade é desenvolver materiais que sejam pobres condutores de calor. O material termoelétrico gera eletricidade quando há diferença de temperatura entre suas duas faces: se o calor fluir muito rapidamente de um lado para o outro, sua eficiência cai dramaticamente.

"O maior desafio é o projeto em nível de sistema - como otimizar tudo para conseguir o maior calor possível do sistema de exaustão," diz Xu. "O escapamento do carro tem que transferir o maior calor possível para o material."

Metais misturados

Os pesquisadores estão usando primariamente um material chamado escuterudita (skutterudite), um mineral natural que é um arseneto de cobalto - formado por cobalto, arsênio, níquel e ferro.

Os cientistas descobriram que a adição de elementos de terras raras - lantânio, césio, neodímio e érbio - reduzem a condutividade termal da escuterudita.

Mas como os elementos de terras raras puros são muito caros, o grupo está tentando substituí-los por uma mistura dessa família, reunidos em ligas conhecidas como mischmetals (do alemão "metais misturados").

Cientistas alemães, em um trabalho independente, também estão tentando aproveitar o calor do escapamento dos automóveis para aposentar o alternador.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Ducati Diavel promete conforto de custom com fúria esportiva

Ducati Diavel promete conforto de custom com fúria esportiva


Quadro em treliça, motor de dois cilindros em L, dianteira "musculosa": uma Ducati com desenho custom

Não é por acaso que o nome da nova Ducati tem inspiração na palavra “diabo” no dialeto falado em Bolonha, região onde fica a fábrica da marca. Com 210 kg, pneu traseiro de 240 mm de largura e um porte musculoso, a recém lançada Diavel impõe respeito e até medo. Aquele tipo de moto que dá vontade de arrancar com tudo e ver o mundo ficar para trás em questão de segundos.


Diavel tem traseira minimalista com enrome pneu de 240 mm

Apresentada como estrela no Teatro Carcano, erguido em 1881 no centro de Milão, a nova motocicleta é uma aposta ousada da fábrica italiana. “A Diavel é, sem dúvida, nosso lançamento mais inovador para 2011”, falou orgulhoso o diretor geral da Ducati, Claudio Domenicali.


Ducati Diavel foi a grande estrela da marca no Salão de Milão deste ano

Famosa por suas esportivas, a Ducati entra no segmento custom prometendo conforto e desempenho, aliado a uma ciclística ágil. “Até agora nenhum modelo reuniu essas características em uma única moto”, admitiu Domenicali. O departamento de design da Ducati garante ter conseguido.


Ducati Diavel tem porte avantajado e impõe respeito

Criou a Diavel com um avantajado trem dianteiro e uma traseira minimalista para encaixar o esportivo propulsor de dois cilindros em “L” no tradicional quadro em treliça da fábrica de Borgo Panigale. Desenho que causa estranheza ao primeiro olhar. Tem-se a sensação de que a Diavel acaba abruptamente. Mas estranho mesmo é a Ducati aventurar-se em novos segmentos.


Diabólica Ducati Diavel é aposta da fábrica italiana no segmento custom

Uma das motivações para se arriscar em um novo segmento foi o sucesso da Multistrada 1200, apresentada em 2009. A primeira big trail da marca italiana, recheada de tecnologia, superou as expectativas de vendas, admitiu Gabriele Del Torchio, presidente da Ducati. “Nossa estratégia é sermos especialistas no segmento de motos esportivas, enquanto trabalhamos para desenvolver produtos inovadores. Isso nos permite expandir nossos negócios para novos mercados como a Diavel”, disse Del Torchio.


Ducati Diavel promete bom desempenho em curvas e inclinação de 41°


DESEMPENHO
No coração da diabólica Ducati está o motor Testastretta 11°, derivado dos potentes motores esportivos da marca, mas adaptados para uma entrega mais suave de potência. O motor de dois cilindros em “L” (um V a 90°) e 1.198,4 cm³ produz 162 cavalos de potência máxima (a 9.500 rpm) e colossais 13 kgfm de torque máximo. Com esses números o motor pode até ser mais manso, mas não perdeu o desempenho característico dos motores italianos.


Motor Testastretta de 1200 cm³ produz 162 cavalos de potência máxima

Equipada com acelerador eletrônico (ride-by-wire), a Diavel ainda conta com tecnologias como três modos de pilotagem (Sport, Touring e Urban) e controle de tração (Ducati Traction Control) de cinco níveis. Praticamente o mesmo pacote tecnológico da Multistrada 1200.


Entradas de ar e piscas dianteiros integrados na carenagem da Diavel

O câmbio de seis marchas precisou ser feito em materiais mais resistentes para transferir toda a “força” do motor para o enorme pneu traseiro de 240 mm. A Ducati ainda equipou o novo modelo com uma embreagem deslizante para aliviar os trancos no conjunto de transmissão. A transmissão final é feita por corrente.


Painel da nova Ducati Diavel traz "dois andares" de infomações em LCD, além das luzes espia


CICLÍSTICA
O quadro em treliça, segundo a Ducati, garante rigidez a torções enquanto assegura menor peso e tamanho compacto. O monobraço traseiro construído em liga de alumínio é bastante longo e resulta em uma distância entre-eixos de 1.590 mm, o suficiente para proporcionar estabilidade nas retas.


Rabeta da Diavel acaba abruptamente e traz duas lanternas de LEDs com piscas embutidos

Em conjunto com as suspensões -- garfos Marzocchi de 50 mm de diâmetro, na frente, e amortecedor Sachs posicionado horizontalmente, atrás -- garante maneabilidade e inclinações de até 41° em curvas. Qualidades que só poderão ser conferidas na prática, afinal apesar de todo o frisson em torno da Diavel, ainda não foram feitos testes dinâmicos pela imprensa internacional.



No detalhe, a dupla de enormes ponteiras de escapamento na Diavel

Para parar os 210 kg a seco da Diavel, a fábrica italiana não economizou. Optou pelas pinças monobloco da grife Brembo com quatro pistões para “morder” os dois grandes discos de 320 mm de diâmetro na dianteira. Atrás, um disco de 265 mm com pinça de pistão duplo, também da Brembo. Para completar, sistema antitravamento (ABS) da Bosch.


Pedaleiras da garupa na Diavel são retráteis

As rodas de 17 polegadas (3,5 de largura na dianteira e 8 na traseira) são calçadas com os novos pneus Pirelli Diablo Rosso II, nas medidas 120/70 (frente) e 240/45 (atrás).


Pedaleiras da garupa na Diavel são retráteis

ESPECIAL

A nova Diavel deve chegar ao mercado somente no primeiro trimestre do próximo ano. A primeira versão comercializada será a Diavel Carbon, com diversos itens de acabamento em fibra de carbono. Nos Estados Unidos, a Carbon deverá custar em torno de US$ 20.000 (cerca de R$ 35.000 sem taxas e impostos). Já o modelo standard sairá por US$ 17.000.(por Arthur Caldeira)

Ducati Diavel promete conforto de custom com fúria esportiva

Ducati Diavel promete conforto de custom com fúria esportiva


Quadro em treliça, motor de dois cilindros em L, dianteira "musculosa": uma Ducati com desenho custom

Não é por acaso que o nome da nova Ducati tem inspiração na palavra “diabo” no dialeto falado em Bolonha, região onde fica a fábrica da marca. Com 210 kg, pneu traseiro de 240 mm de largura e um porte musculoso, a recém lançada Diavel impõe respeito e até medo. Aquele tipo de moto que dá vontade de arrancar com tudo e ver o mundo ficar para trás em questão de segundos.


Diavel tem traseira minimalista com enrome pneu de 240 mm

Apresentada como estrela no Teatro Carcano, erguido em 1881 no centro de Milão, a nova motocicleta é uma aposta ousada da fábrica italiana. “A Diavel é, sem dúvida, nosso lançamento mais inovador para 2011”, falou orgulhoso o diretor geral da Ducati, Claudio Domenicali.


Ducati Diavel foi a grande estrela da marca no Salão de Milão deste ano

Famosa por suas esportivas, a Ducati entra no segmento custom prometendo conforto e desempenho, aliado a uma ciclística ágil. “Até agora nenhum modelo reuniu essas características em uma única moto”, admitiu Domenicali. O departamento de design da Ducati garante ter conseguido.


Ducati Diavel tem porte avantajado e impõe respeito

Criou a Diavel com um avantajado trem dianteiro e uma traseira minimalista para encaixar o esportivo propulsor de dois cilindros em “L” no tradicional quadro em treliça da fábrica de Borgo Panigale. Desenho que causa estranheza ao primeiro olhar. Tem-se a sensação de que a Diavel acaba abruptamente. Mas estranho mesmo é a Ducati aventurar-se em novos segmentos.


Diabólica Ducati Diavel é aposta da fábrica italiana no segmento custom

Uma das motivações para se arriscar em um novo segmento foi o sucesso da Multistrada 1200, apresentada em 2009. A primeira big trail da marca italiana, recheada de tecnologia, superou as expectativas de vendas, admitiu Gabriele Del Torchio, presidente da Ducati. “Nossa estratégia é sermos especialistas no segmento de motos esportivas, enquanto trabalhamos para desenvolver produtos inovadores. Isso nos permite expandir nossos negócios para novos mercados como a Diavel”, disse Del Torchio.


Ducati Diavel promete bom desempenho em curvas e inclinação de 41°


DESEMPENHO
No coração da diabólica Ducati está o motor Testastretta 11°, derivado dos potentes motores esportivos da marca, mas adaptados para uma entrega mais suave de potência. O motor de dois cilindros em “L” (um V a 90°) e 1.198,4 cm³ produz 162 cavalos de potência máxima (a 9.500 rpm) e colossais 13 kgfm de torque máximo. Com esses números o motor pode até ser mais manso, mas não perdeu o desempenho característico dos motores italianos.


Motor Testastretta de 1200 cm³ produz 162 cavalos de potência máxima

Equipada com acelerador eletrônico (ride-by-wire), a Diavel ainda conta com tecnologias como três modos de pilotagem (Sport, Touring e Urban) e controle de tração (Ducati Traction Control) de cinco níveis. Praticamente o mesmo pacote tecnológico da Multistrada 1200.


Entradas de ar e piscas dianteiros integrados na carenagem da Diavel

O câmbio de seis marchas precisou ser feito em materiais mais resistentes para transferir toda a “força” do motor para o enorme pneu traseiro de 240 mm. A Ducati ainda equipou o novo modelo com uma embreagem deslizante para aliviar os trancos no conjunto de transmissão. A transmissão final é feita por corrente.


Painel da nova Ducati Diavel traz "dois andares" de infomações em LCD, além das luzes espia


CICLÍSTICA
O quadro em treliça, segundo a Ducati, garante rigidez a torções enquanto assegura menor peso e tamanho compacto. O monobraço traseiro construído em liga de alumínio é bastante longo e resulta em uma distância entre-eixos de 1.590 mm, o suficiente para proporcionar estabilidade nas retas.


Rabeta da Diavel acaba abruptamente e traz duas lanternas de LEDs com piscas embutidos

Em conjunto com as suspensões -- garfos Marzocchi de 50 mm de diâmetro, na frente, e amortecedor Sachs posicionado horizontalmente, atrás -- garante maneabilidade e inclinações de até 41° em curvas. Qualidades que só poderão ser conferidas na prática, afinal apesar de todo o frisson em torno da Diavel, ainda não foram feitos testes dinâmicos pela imprensa internacional.



No detalhe, a dupla de enormes ponteiras de escapamento na Diavel

Para parar os 210 kg a seco da Diavel, a fábrica italiana não economizou. Optou pelas pinças monobloco da grife Brembo com quatro pistões para “morder” os dois grandes discos de 320 mm de diâmetro na dianteira. Atrás, um disco de 265 mm com pinça de pistão duplo, também da Brembo. Para completar, sistema antitravamento (ABS) da Bosch.


Pedaleiras da garupa na Diavel são retráteis

As rodas de 17 polegadas (3,5 de largura na dianteira e 8 na traseira) são calçadas com os novos pneus Pirelli Diablo Rosso II, nas medidas 120/70 (frente) e 240/45 (atrás).


Pedaleiras da garupa na Diavel são retráteis

ESPECIAL

A nova Diavel deve chegar ao mercado somente no primeiro trimestre do próximo ano. A primeira versão comercializada será a Diavel Carbon, com diversos itens de acabamento em fibra de carbono. Nos Estados Unidos, a Carbon deverá custar em torno de US$ 20.000 (cerca de R$ 35.000 sem taxas e impostos). Já o modelo standard sairá por US$ 17.000.(por Arthur Caldeira)

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Audi confirma produção do Quattro Concept

Protótipo mostrado em Paris terá entre 300 e 500 unidades anuais

Auto Esporte


  Divulgação
Audi Quattro Concept

Uma das surpresas da Audi no Salão de Paris (França), no fim de setembro último, o protótipo Quattro Concept tem sua produção em série limitada confirmada pela marca alemã. Serão feitas entre 300 e 500 unidades por ano, que começarão a ser montadas a partir do ano que vem. Estima-se que o carro deverá custar a partir de 100 mil euros na Europa.

Mas há rumores de que o novo modelo viria para brigar com Nissan GT-R e companhia e, por isso, precisaria ter o volume de produção aumentado e uma redução de preço. Porém, essa alternativa envolveria um aumento de custo muito grande para a marca sediada em Ingolstadt (Alemanha). De qualquer forma, o mais importante é que o Quattro estará de volta e brilhará como o fez em meados do anos 80 com motor V8 de 450 cavalos do RS5.

  Divulgação