segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Estudantes entram na reta final para o Enem; confira dicas

Com o fim das férias, alunos retomam preparação para as provas.

Refazer exames dos anos anteriores é uma forma de estudar.

Ana Luiza Bessa, que se prepara para o Enem (Foto: Arquivo pessoal)Ana Luiza Carvalho Bessa, de 17 anos , fará Enem
pela segunda vez (Foto: Arquivo pessoal)
Grande parte dos estudantes brasileiros volta às aulas nesta segunda-feira (1º) com a missão de se preparar para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Marcado para os dias 22 e 23 de outubro, o exame já é utilizado no processo de seleção de 83 universidades públicas e institutos federais, segundo o MEC, e cada ano ganha mais importância entre os alunos que disputam uma vaga no ensino superior da rede pública.
A menos de três meses da prova, estudantes que farão o exame e professores de escolas que têm notas altas no exame dão dicas do que pode ser feito nesta reta final. Treinamento de leitura, resolução de exercícios e participação de simulados são algumas das principais recomendações
.
Uma prova de leitura e resistência. Assim o professor de literatura do Colégio Helyos, na Bahia, Alex Freitas Valadares. Na escola, que teve a nona nota mais alta do país no exame de 2009, os alunos que cursam o terceiro ano do ensino médio não têm uma preparação específica para a prova.
“As habilidades são trabalhadas durante o ensino fundamental e médio. O treino ocorre ao longo de muito tempo e não é coisa de um ano”, diz Valadares.
Para ele, o Enem é uma prova de resistência, pois o aluno tem de responder 180 questões; e de leitura, já que toda questão tem um texto prévio. “Para se dar bem é preciso ler bastante. O aluno que não lê, não escreve bem. Também é necessário treinar a redação.”
Veja dicas para ir bem no Enem:
Treine leitura, redação e faça resumos sobre cada tema estudado
Faça exercícios de exames passados e prepara-se para responder questões de lógica e interpretação
Faça simulados para se acostumar com o tempo de prova e com o preenchimento do gabarito
Estude atualidades, lendo notícias e vendo filmes
No dia da prova, responda primeiro as questões mais fáceis e disciplinas que tem facilidade
Valarades afirma que outras formas de se preparar para o exame é assistir a filmes simbólicos e ler atualidades. “Filmes como "Cisne Negro" e "Babel" trabalham a identidade e instrumentaliza a mente do aluno. Já assuntos como a crise americana e o massacre na Noruega podem ser cobrados.”
Ana Luiza Carvalho Bessa, de 17 anos, mora em Feira de Santana, na Bahia, e vai prestar o Enem neste ano pela segunda vez. No ano passado, fez como treineira.
Ana Luiza afirma que, para quem está se preparando para vestibulares mais tradicionais como os da Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o Enem é uma consequência.
“A prova não exige conhecimento específico, é mais lógica e interpretação. Para ir bem no Enem é preciso ter o hábito da leitura porque é mais global. Os outros vestibulares exigem conhecimento específico e detalhes.”
No Colégio Helyos, onde Ana Luiza estuda, há provas todos os sábados, por isso ela está acostumada a manter o ritmo de estudos e não deixar a matéria acumular, além de controlar a ansiedade e nervosismo na hora das avaliações. “Estou bem acostumada a fazer prova.”
A estratégia de Ana Luiza para fazer um bom Enem é ser rápida e direta. “São muitas questões, por isso é preciso ser objetivo. A redação sempre traz temas genéricos, mas não dá tempo de fazer grandes abordagens. É necessário investir em uma estrutura simples e objetiva.” Para treinar, a recomendação da vestibulanda é resolver os exames anteriores dos anos anteriores.
Filha de urologista e pediatra, Ana Luiza pretende seguir a carreira dos pais. Além do Enem, vai prestar os vestibulares das principais universidades públicas de São Paulo.
Viviane Coutinho Leal, de 17 anos, estuda até as 21h para se preparar para o Enem (Foto: Arquivo pessoal)Viviane Coutinho Leal, de 17 anos, vai tentar vaga
em universidades federais com nota do Enem
(Foto: Arquivo pessoal)
Tempo
Viviane Coutinho Leal, de 17 anos, faz o terceiro ano do ensino médio no Instituto Dom Barreto, em Teresina, no Piauí. O colégio ficou na segunda colocação no ranking de notas do Enem 2009. A estudante faz exercícios de exames passados e participa de simulados da prova toda semana. “Fico na escola da uma (13h) às nove (21h) e estudo mais umas quatro horas por dia em casa”, diz.
Viviane vai tentar uma vaga em direito na Universidade Federal do Piauí (UFPI) e na Universidade Federal do Ceará (UFC). Ambas usam a nota do Enem para selecionar estudantes pelo Sistema de Seleção Unificada (SiSU). A jovem vai tentar ainda uma vaga em publicidade na ESPM, em São Paulo. “Agora acho que está na hora de já ter o conteúdo e fazer mais exercícios, treinar exercícios e o tempo”, afirma.
Nos simulados, estão trabalhando administração do tempo, concentração e também cada um vai criando
um estilo de responder"
Florinda Manuchaguian, coordenadora pedagógica do Colégio Albert Sabin
Leitura
No Colégio Albert Sabin, em São Paulo, os estudantes participam de simulados de vestibular desde o primeiro ano do ensino médio. Semanas antes do Enem, em outubro, os alunos do terceiro ano terão uma maratona de estudos com questões de exames passados. "Nos simulados, estão trabalhando administração do tempo, concentração e também cada um vai criando um estilo de responder", disse a coordenadora pedagógica do colégio, Florinda Manuchaguian.
Além disso, a escola estimula a participação em olimpíadas de conhecimento, como astronomia, robótica e história. “O tipo de questão é parecido com o Enem."
Entre os exercícios feitos pelos alunos está o “mapa conceitual”. A turma escolhe um tema e cada aluno é incentivado a escrever mais sobre outros conceitos e assuntos relacionados a ele. Em biologia, se o tema for sistema reprodutor, por exemplo, eles falam mais sobre conceitos como gameta, testículo, ovário, útero e fecundação.
“No final, forma uma espécie de fluxograma, porque começa a partir da palavra-chave do conteúdo e coloca tudo que aprendeu sobre esse conteúdo. Sempre fazendo links, fazendo flechas em cima de cada palavra. Isso começa lá em cima e vai crescendo. Vai perceber quanto se apropriou daquele conteúdo. Eles gostam de fazer, porque resume”, diz Florinda.
Alunos do Colégio Albert Sabin, em São Paulo, estudam em laboratório de ciências (Foto: Divulgação)Alunos do Colégio Albert Sabin, em São Paulo,
estudam em laboratório de ciências
(Foto: Divulgação)
Os estudantes têm ainda uma carga horária mais pesada de português e matemática, disciplinas que ajudam em todas as outras. Há estímulo constante de leitura e oficinas de redação semanais.
Para o dia da prova, Florinda sugere que os estudantes respondam primeiro as questões mais fáceis. Outra dica é grifar no enunciado aquilo que a pergunta pede. Quando ficar em dúvida, o estudante deve marcar as respostas possíveis e deixar para responder no final. Quando voltar, lê apenas as respostas possíveis e perde menos tempo.
O preenchimento correto do gabarito é essencial. Florinda diz que o estudante deve responder metade das questões e preencher o gabarito, para não ficar tudo para a última hora. Neste momento, a atenção deve ser redobrada para não errar nenhuma questão. “Temos casos de alunos que pularam uma questão e perderam todas as outras”, diz a coordenadora pedagógica.

Líder republicano se diz otimista com plano para evitar calote dos EUA

Parlamentares devem votar nesta 2ª acordo para elevar teto da dívida.

Prazo para evitar 'calote' termina nesta terça-feira (2).

O líder do Partido Republicano no Senado dos Estados Unidos, Mitch McConnell, afirmou nesta segunda-feira (1ª) que está otimista com a perspectiva de aprovação, pelo Congresso do país, do acordo que pode permitir a elevação do teto da dívida do país e cortar gastos no orçamento.
"Estamos muito otimistas", afirmou ele. "Dará tudo certo".
O vice-presidente Joe Biden também disse ter confiança de que o Congresso aprovará o projeto. "Tenho confiança de que isso vai ser aprovado", afirmou.
A líder do Partido Democrata na Câmara, Nancy Pelosi, no entanto, disse que ainda está indecisa quanto ao plano que, de segundo ele, traz cortes profundos no orçamento, sem que seja requerido "um centavo" dos mais ricos do país.

Já o também republicano Harry Reid, líder do partido no Senado, afirmou estar confiante de que o acordo será aprovado na casa, mas que precisará de apoio dos congressistas dos dois partidos. "Ainda não estou aqui para declarar vitória", disse ele, após encontro com membros do partido. 
Acordo
Após meses de debate, parlamentares republicanos e democratas devem votar nesta segunda-feira o acordo para elevar o limite da dívida dos Estados Unidos e evitar um default [calote]. O prazo para o país elevar seu limite de endividamento termina nesta terça-feira (2).
l
O acordo foi anunciado pelo presidente dos EUA, Barack Obama na noite deste domingo (31) em pronunciamento feito na Casa Branca. O presidente disse que os líderes dos Congresso fecharam uma proposta para elevar o teto da dívida do Tesouro.
Líderes do Senado - com maioria democrata - e a Câmara dos Representantes - liderada pelos republicanos - informaram que apresentarão para suas bases o rascunho do plano nesta segunda-feira, antes da votação final para aprovar o acordo.
O governo dos Estados Unidos corre contra o tempo para não colocar em risco sua credibilidade de bom pagador. Se até amanhã o Congresso não ampliar o limite de dívida pública permitido ao governo, os EUA poderiam ficar sem dinheiro para pagar suas dívidas: ou seja, haveria risco de "calote".
Pronunciamento de Obama"Quero anunciar que os líderes dos dois partidos alcançaram um acordo que vai cortar gastos e evitar um default (termo técnico para o 'calote')", disse o presidente na noite de domingo. "A primeira parte desse acordo vai cortar cerca de US$ 1 trilhão nos próximos dez anos,  cortes com que ambos os partidos concordaram".
O presidente da Câmara dos Deputados, John Boehner, detalhou que a proposta prevê um corte de US$ 917 bilhões nos gastos domésticos ao longo de 10 anos, além da formação de uma comissão para definir mais US$ 1,5 trilhão em redução de gastos até novembro. A proposta formulada por este painel será votada pelo Congresso.
"Este é o acordo que eu preferiria? Não. Acredito que poderíamos ter tomado agora as decisões duras necessárias sobre a reforma nos benefícios sociais e a reforma tributária, em vez de fazâ-lo através de um processo especial de comitê no Congresso", disse Obama.
obama casa branca (Foto: Carolyn Kaster/AP)Barack Obama anuncia o fechamento de acordo na noite deste domingo (1º).  (Foto: Carolyn Kaster/AP)
A elevação do teto da dívida permitiria ao país pegar novos empréstimos e cumprir com pagamentos obrigatórios. Em maio, a dívida pública do país chegou a US$ 14,3 trilhões (cerca de R$ 22,2 trilhões), que é o valor máximo estabelecido por lei. Nos EUA, a responsabilidade de fixar o teto da dívida federal é do Congresso.
'Solução equilibrada'
Em um pronunciamento rápido, Obama afirmou que o processo para fechar o acordo bipartidário foi "bagunçado e levou muito tempo", mas agradeceu aos líderes políticos republicanos e democratas por terem se comprometido.
O presidente também agradeceu ao povo americano por "vozes, e-mails, twitts" que pressionaram os políticos.
Obama destacou que, como resultado do acordo fechado, "os EUA terão o nível mais baixo de gastos domésticos anuais desde que Eisenhower foi presidente", mas ressalvou que ainda assim, é "um nível de cortes que permite fazer investimentos na criação de empregos, educação e pesquisa".  "Também asseguramos que esses cortes não acontecessem de forma tão abrupta. A solução definitiva para o déficit precisa ser equilibrada", acrescentou o presidente.
O líder americano afirmou ainda que apesar da opinião de "alguns republicanos", será necessário "pedir aos americanos mais ricos e às maiores empresas para abrir mão de benefícios fiscais".

Líder republicano se diz otimista com plano para evitar calote dos EUA

Parlamentares devem votar nesta 2ª acordo para elevar teto da dívida.

Prazo para evitar 'calote' termina nesta terça-feira (2).

O líder do Partido Republicano no Senado dos Estados Unidos, Mitch McConnell, afirmou nesta segunda-feira (1ª) que está otimista com a perspectiva de aprovação, pelo Congresso do país, do acordo que pode permitir a elevação do teto da dívida do país e cortar gastos no orçamento.
"Estamos muito otimistas", afirmou ele. "Dará tudo certo".
O vice-presidente Joe Biden também disse ter confiança de que o Congresso aprovará o projeto. "Tenho confiança de que isso vai ser aprovado", afirmou.
A líder do Partido Democrata na Câmara, Nancy Pelosi, no entanto, disse que ainda está indecisa quanto ao plano que, de segundo ele, traz cortes profundos no orçamento, sem que seja requerido "um centavo" dos mais ricos do país.

Já o também republicano Harry Reid, líder do partido no Senado, afirmou estar confiante de que o acordo será aprovado na casa, mas que precisará de apoio dos congressistas dos dois partidos. "Ainda não estou aqui para declarar vitória", disse ele, após encontro com membros do partido. 
Acordo
Após meses de debate, parlamentares republicanos e democratas devem votar nesta segunda-feira o acordo para elevar o limite da dívida dos Estados Unidos e evitar um default [calote]. O prazo para o país elevar seu limite de endividamento termina nesta terça-feira (2).
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O acordo foi anunciado pelo presidente dos EUA, Barack Obama na noite deste domingo (31) em pronunciamento feito na Casa Branca. O presidente disse que os líderes dos Congresso fecharam uma proposta para elevar o teto da dívida do Tesouro.
Líderes do Senado - com maioria democrata - e a Câmara dos Representantes - liderada pelos republicanos - informaram que apresentarão para suas bases o rascunho do plano nesta segunda-feira, antes da votação final para aprovar o acordo.
O governo dos Estados Unidos corre contra o tempo para não colocar em risco sua credibilidade de bom pagador. Se até amanhã o Congresso não ampliar o limite de dívida pública permitido ao governo, os EUA poderiam ficar sem dinheiro para pagar suas dívidas: ou seja, haveria risco de "calote".
Pronunciamento de Obama"Quero anunciar que os líderes dos dois partidos alcançaram um acordo que vai cortar gastos e evitar um default (termo técnico para o 'calote')", disse o presidente na noite de domingo. "A primeira parte desse acordo vai cortar cerca de US$ 1 trilhão nos próximos dez anos,  cortes com que ambos os partidos concordaram".
O presidente da Câmara dos Deputados, John Boehner, detalhou que a proposta prevê um corte de US$ 917 bilhões nos gastos domésticos ao longo de 10 anos, além da formação de uma comissão para definir mais US$ 1,5 trilhão em redução de gastos até novembro. A proposta formulada por este painel será votada pelo Congresso.
"Este é o acordo que eu preferiria? Não. Acredito que poderíamos ter tomado agora as decisões duras necessárias sobre a reforma nos benefícios sociais e a reforma tributária, em vez de fazâ-lo através de um processo especial de comitê no Congresso", disse Obama.
obama casa branca (Foto: Carolyn Kaster/AP)Barack Obama anuncia o fechamento de acordo na noite deste domingo (1º).  (Foto: Carolyn Kaster/AP)
A elevação do teto da dívida permitiria ao país pegar novos empréstimos e cumprir com pagamentos obrigatórios. Em maio, a dívida pública do país chegou a US$ 14,3 trilhões (cerca de R$ 22,2 trilhões), que é o valor máximo estabelecido por lei. Nos EUA, a responsabilidade de fixar o teto da dívida federal é do Congresso.
'Solução equilibrada'
Em um pronunciamento rápido, Obama afirmou que o processo para fechar o acordo bipartidário foi "bagunçado e levou muito tempo", mas agradeceu aos líderes políticos republicanos e democratas por terem se comprometido.
O presidente também agradeceu ao povo americano por "vozes, e-mails, twitts" que pressionaram os políticos.
Obama destacou que, como resultado do acordo fechado, "os EUA terão o nível mais baixo de gastos domésticos anuais desde que Eisenhower foi presidente", mas ressalvou que ainda assim, é "um nível de cortes que permite fazer investimentos na criação de empregos, educação e pesquisa".  "Também asseguramos que esses cortes não acontecessem de forma tão abrupta. A solução definitiva para o déficit precisa ser equilibrada", acrescentou o presidente.
O líder americano afirmou ainda que apesar da opinião de "alguns republicanos", será necessário "pedir aos americanos mais ricos e às maiores empresas para abrir mão de benefícios fiscais".

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Procurasse criadores de Zumbis - recompensa USD 250.000

procurasse criadores de zumbis
- Ajude a Microsoft a achar criadores de rede de micros zumbis, e fature 250.000 dolares.

Empresa quer ajuda para identificar e prender os controladores da praga que chegou a infectar mais de 1,6 milhão de PCs.

A Microsoft deixou mais interessante a batalha de meses contra a botnet Rustock ao oferecer na segunda-feira (18/7) 250 mil dólares de recompensa por informações que levem à condenação e à prisão de quem controlava o malware.


É a primeira vez que a empresa usa o programa de recompensas desde fevereiro de 2009, quando ofereceu a mesma quantia pelos responsáveis pela rápida propagação do worm Conficker.



A Microsoft anunciou a premiação nas primeiras horas da última segunda-feira no blog de Richard Boscovich, advogado sênior da unidade de crimes digitais da empresa. A fornecedora do Windows também postou um documento sobre a recompensa que inclui um endereço de e-mail para dicas.

“Nós decidimos aumentar os esforços civis de investigação para identificar os responsáveis por controlar a notória botnet Rustock anunciando a recompensa de 250 mil dólares por novas informações que resultem na identificação, prisão e convicção criminal do(s) indivíduo(s)”, escreveu Boscovich.

A Microsoft eliminou o Rustock em março desde ano, quando advogados da companhia, incluindo Boscovich, e agentes federais apreenderam os servidores de controle e comando nos EUA.

Desde então, o número de PCs com Windows infectados com malware caiu mundialmente de 1,6 milhão para cerca de 700 mil no meio de junho, como informou Boscovich no começo deste mês.

Jornais russos
Embora a Microsoft tenha publicado notificações legais em jornais russos no mês passado - uma formalidade legal para dar a potenciais defensores uma oportunidade de responder às acusações -, o “indivíduo”, como é chamado na ação judicial federal, não foi identificado.

Mas o programa de recompensas da Microsoft tem obtido resultados confusos.
Apesar de a empresa ter lançado o programa em novembro de 2003, com um fundo de 5 milhões de dólares, e tenha oferecido cinco recompensas de 250 mil dólares no passado, a companhia pagou o prêmio apenas uma vez, em 2005.

Duas pessoas dividiram o dinheiro que receberam por identificar um adolescente alemão que criou o worm Sasser.

Sven Jaschan, preso em 2004, confessou ter construído o worm em julgamento no ano seguinte. O jovem foi sentenciado a 21 meses de liberdade vigiada.

No passado, a Microsoft chegou a anunciar recompensas para quem ajudasse na captura dos fabricantes dos worms Blaster, Sobig, MyDoom e Conficker. Mas esses prêmios não foram conquistados.

Duas semanas atrás, Boscovich se recusou a garantir que a Microsoft seria capaz de identificar os responsáveis pelo botnet Rustock, mas disse gostar das chances da companhia. “Eu acredito que há uma forte probabilidade [de que iremos identificar alguém], mas não é uma garantia”, afirmou o advogado.

Enquanto Boscovich não promete que a nova recompensa levaria as autoridades aos criadores do botnet Rusbock, informou que a empresa não iria desistir.

“Nós vamos continuar a seguir esse caso aonde quer que ele nos leve e permanecemos comprometidos a trabalhar com nosso parceiros ao redor do mundo para ajudar pessoas a recuperar o controle de computadores infectados com o Rustock”, declarou Boscovich.


Por Computerworld/EUA